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Mulher, 51 anos, submetida à colecistectomia videolaparoscópica há uma semana, sem colangiografia intraoperatória, retorna ao pronto-socorro com dor abdominal e icterícia. Nega febre e não apresenta sinais de peritonite. Exames laboratoriais mostram elevação expressiva das bilirrubinas total e direta e da fosfatase alcalina. Ultrassonografia demonstra imagem hiperecogênica de aproximadamente 1,2 cm no interior do colédoco, com sombra acústica posterior e dilatação da via biliar a montante. A tomografia não evidencia extravasamento de bile ou bilioma.
Diante do quadro, a hipótese diagnóstica mais provável é:
Uma mulher de 70 anos, paraplégica há oito anos após trauma raquimedular, encontra-se institucionalizada e é encaminhada ao ambulatório de cirurgia plástica reconstrutiva para avaliação de lesão sacral crônica. Refere episódios recorrentes de drenagem seropurulenta e dificuldade para permanecer sentada. Ao exame físico observa-se úlcera sobre a proeminência óssea sacral com perda total da espessura da pele, exposição óssea, tecido de granulação nas bordas e ausência de sinais sistêmicos de infecção. Após desbridamentos seriados, otimização nutricional e controle da colonização bacteriana, a equipe programa tratamento cirúrgico definitivo.
Considerando a classificação atual das lesões por pressão, os princípios da reconstrução cirúrgica e as medidas de prevenção de recorrência, assinale a alternativa correta. 
Homem, 39 anos de idade, previamente hígido, deu entrada em pronto atendimento com queixa de dor abdominal em fossa ilíaca direita há dois dias, associada a inapetência, náuseas e vômitos. Nega migração da dor ou febre. Encontra-se em bom estado geral, afebril, FC: 98 bpm, PA: 128 × 73 mmHg, IMC: 32 kg/m2 . Abdome globoso, flácido, doloroso à palpação de fossa ilíaca direita, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais revelaram leucócitos em 21.500/mm3 sem desvio e PCR: 15,6 mg/dL (VR: < 5,0 mg/L), sem demais alterações. Tomografia abdominal demonstrada a seguir: 



Imagem associada para resolução da questão



A conduta a ser tomada para com relação ao paciente deverá ser:
Um homem de 34 anos é admitido no departamento de emergência após colisão automobilística de alta energia. Apresenta extenso trauma maxilofacial, sangramento ativo em cavidade oral, múltiplas fraturas da face e importante edema facial. Durante a abordagem inicial, permanece consciente, porém com estridor inspiratório progressivo e queda da saturação de oxigênio, apesar da oferta de oxigênio suplementar. São realizadas duas tentativas de intubação orotraqueal por profissionais experientes, ambas sem sucesso, devido à impossibilidade de visualização da glote e ao sangramento intenso. A ventilação com máscara facial mostra-se ineficaz. Diante desse cenário de “não intuba, não ventila”, a equipe opta por estabelecer uma via aérea cirúrgica de emergência.

Considerando os princípios atuais do manejo da via aérea difícil, a anatomia cervical e as indicações dos diferentes acessos cirúrgicos, assinale a alternativa correta.
Um homem de 41 anos procura o pronto-socorro com dor em região periumbilical iniciada há 72 horas, posteriormente localizada na fossa ilíaca direita, associada a febre de 38,4??ºC e inapetência. Ao exame físico, apresenta frequência cardíaca de 104 bpm, dor localizada na fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e massa palpável dolorosa, sem sinais de peritonite difusa. Os exames laboratoriais mostram leucocitose de 17.800/mm3 com desvio à esquerda e proteína C-reativa elevada. A tomografia computadorizada de abdome com contraste evidencia apendicite perfurada, associada a abscesso periapendicular de 5,5 cm, bem delimitado, sem pneumoperitônio difuso ou líquido livre em grande quantidade. O hospital dispõe de radiologia intervencionista e equipe cirúrgica experiente em laparoscopia. Considerando o exame físico, o papel da tomografia computadorizada e o algoritmo contemporâneo de decisão terapêutica para apendicite complicada, assinale a alternativa mais adequada.