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24 Questões de concurso encontradas
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Concurso:
Câmara de Buritizeiro - MG
Disciplina:
Literatura
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder a esta questão.
“Galopo pensando no tempo que passa,
Tão vertiginoso qual sopro do vento
Que varre caminhos e até pensamento,
Deixando pra trás, nevoeiro, fumaça…
O sopro é o que traz um alento e abraça
A vida que segue traçando caminho.
O tempo é o relógio no redemoinho
Dos dias, semanas, dos meses, dos anos
Passados, presentes, anelos e planos,
Que foram, por certo, gerados no ninho.
Seguindo o caminho de curva fechada, Um forte arrepio na espinha dorsal; Na beira da mata, um estranho arsenal De tocos, garranchos e pedra lascada Vedando o acesso, atrasam a jornada, Cansaço medonho desse galopar São léguas à frente e o tempo a rolar No despenhadeiro do dia que morre Nos braços da noite, um pranto escorre Em gotas que banham a terra e o ar.
E quando amanhece, o sol ilumina A estrada de pedra que resta a seguir. Sem olhar para trás, à frente, há porvir, Na noite cinzenta, ficou a neblina No leito do rio de água cristalina, O corpo tão frágil se banha sedento. Erguendo o olhar ao azul firmamento, Tentando alcançar a linha do horizonte Que tece a beleza que nasce da fonte E expressa a grandeza da força do vento.”
Fonte: MEIRA, Creusa. Galopando no tempo e no vento. Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/literatura-cordel.htm. Acesso em: 10 fev.2025.
Sobre a literatura e a cultura do cordel, é possível afirmar:
Concurso:
Prefeitura de Sertãozinho - SP
Disciplina:
Literatura
Leia o seguinte trecho do poema de abertura de Alguma poesia, a primeira obra publicada por Carlos Drummond de Andrade.
Poema de sete faces [...] As casas espiam os homens que correm atrás de mulheres. A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração. Porém meus olhos não perguntam nada. [...]
Na segunda geração modernista, esse poema representou a seguinte fase:
Poema de sete faces [...] As casas espiam os homens que correm atrás de mulheres. A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas: pernas brancas pretas amarelas. Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração. Porém meus olhos não perguntam nada. [...]
Na segunda geração modernista, esse poema representou a seguinte fase:
Concurso:
Prefeitura de Tabocão - TO
Disciplina:
Literatura
Concurso:
Prefeitura de Pontalina - GO
Disciplina:
Literatura
Quanto aos gêneros literários, analise os itens e assinale a alternativa correta.
I- Contos e novelas: o conto é uma pequena narrativa, já a novela é uma narrativa de tamanho intermediário entre o conto e o romance.
II- Romance: é uma longa narrativa escrita em forma de prosa.
III- Fábulas: são contos cujos personagens são animais. Esse tipo de narrativa sempre apresenta uma lição de moral.
IV- Gênero lírico: O lirismo está associado à profunda subjetividade. O gênero lírico está relacionado a textos que expressam emoções, desejos, ou ideias de forma plurissignificativa, ou seja, eles recorrem mais à conotação do que à denotação. Assim, as poesias são textos líricos que podem ser escritos em forma de verso, ou de prosa. No segundo caso, temos a famosa prosa poética.
I- Contos e novelas: o conto é uma pequena narrativa, já a novela é uma narrativa de tamanho intermediário entre o conto e o romance.
II- Romance: é uma longa narrativa escrita em forma de prosa.
III- Fábulas: são contos cujos personagens são animais. Esse tipo de narrativa sempre apresenta uma lição de moral.
IV- Gênero lírico: O lirismo está associado à profunda subjetividade. O gênero lírico está relacionado a textos que expressam emoções, desejos, ou ideias de forma plurissignificativa, ou seja, eles recorrem mais à conotação do que à denotação. Assim, as poesias são textos líricos que podem ser escritos em forma de verso, ou de prosa. No segundo caso, temos a famosa prosa poética.
Concurso:
Prefeitura de Santa Leopoldina - ES
Disciplina:
Literatura
Analise as características dos textos seguintes:
I - Saí para dar uma volta, outro dia, e notei uma coisa. Fazia um tempo glorioso - melhor impossível, e com toda probabilidade o último do gênero a se ver por estas bandas durante muitos meses gelados -, no entanto quase todos os carros que passavam estavam com os vidros fechados. Todos aqueles motoristas tinham ajustado o controle de temperatura de seus veículos hermeticamente fechados para criar um clima interno idêntico ao que já existia no mundo exterior, e me ocorreu então que, no que se refere ao ar fresco, os americanos perderam de vez a cabeça, ou (...)
(BRYSON, Bill. Crônicas de um país bem grande. Trad. De Beth Vieira. São Paulo: Companhia das Letras,2001. Fragmento)
II - Minha verdade espantada é que sempre estive só de ti e não sabia. Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar. Grande responsabilidade da solidão. Quem não é perdido não conhece a liberdade e não a ama. Quanto a mim, assumo a minha solidão, que, às vezes, se extasia como diante de fogos de artifício. Sou só e tenho que viver uma certa glória íntima que, na solidão, pode se tornar dor. E a dor, silencia. Guardo o seu nome em silêncio. Guardo o seu nome em segredo. Preciso de segredo para viver. (Clarice Lispector)
Marque a alternativa com identificação carreta dos gêneros literários, de acordo com suas respectivas características textuais:
I - Saí para dar uma volta, outro dia, e notei uma coisa. Fazia um tempo glorioso - melhor impossível, e com toda probabilidade o último do gênero a se ver por estas bandas durante muitos meses gelados -, no entanto quase todos os carros que passavam estavam com os vidros fechados. Todos aqueles motoristas tinham ajustado o controle de temperatura de seus veículos hermeticamente fechados para criar um clima interno idêntico ao que já existia no mundo exterior, e me ocorreu então que, no que se refere ao ar fresco, os americanos perderam de vez a cabeça, ou (...)
(BRYSON, Bill. Crônicas de um país bem grande. Trad. De Beth Vieira. São Paulo: Companhia das Letras,2001. Fragmento)
II - Minha verdade espantada é que sempre estive só de ti e não sabia. Agora sei: sou só. Eu e minha liberdade que não sei usar. Grande responsabilidade da solidão. Quem não é perdido não conhece a liberdade e não a ama. Quanto a mim, assumo a minha solidão, que, às vezes, se extasia como diante de fogos de artifício. Sou só e tenho que viver uma certa glória íntima que, na solidão, pode se tornar dor. E a dor, silencia. Guardo o seu nome em silêncio. Guardo o seu nome em segredo. Preciso de segredo para viver. (Clarice Lispector)
Marque a alternativa com identificação carreta dos gêneros literários, de acordo com suas respectivas características textuais: