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Concurso:
Prefeitura de Maracanã - PA
Disciplina:
Português
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A forma verbal em que a colocação do pronome seria semelhante a de ''elegem-no'' é:
Concurso:
Prefeitura de Nova Odessa - SP
Disciplina:
Português
No que se refere à colocação pronominal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Pedro me pediu um livro muito bom.
II – Carlos nunca me pediu um livro emprestado.
III – Foi André quem me pediu dinheiro emprestado.

A colocação pronominal utilizada na expressão em destaque, no texto, fere a norma padrão, pois a conjunção “que” é um elemento atrativo, exigindo a ocorrência de próclise (pronome antes do verbo). Em qual dos itens abaixo também ocorre desvio padrão na colocação pronominal?
Concurso:
Prefeitura de Santa Teresa - ES
Disciplina:
Português
Pra mim brincar
Não há nada mais gostoso do que o mim sujeito de verbo no infinito. Pra mim brincar. As cariocas que não sabem gramática falam assim. Todos os brasileiros deviam de querer falar como as cariocas que não sabem gramática. As palavras mais feias da língua portuguesa são quiçá, alhures e miúde. (BANDEIRA, Manuel. Seleta em prosa e verso. Org: Emanuel de Moraes.4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. P. 19)
Apesar do escritor conhecer as normas que regem a colocação pronominal, ele prefere o português que emprega o “mim” como sujeito antes de um verbo no infinitivo por acreditar que essa construção seja mais eufônica. Também podemos observar o emprego do pronome mim em desacordo com a norma-padrão no seguinte período:
Não há nada mais gostoso do que o mim sujeito de verbo no infinito. Pra mim brincar. As cariocas que não sabem gramática falam assim. Todos os brasileiros deviam de querer falar como as cariocas que não sabem gramática. As palavras mais feias da língua portuguesa são quiçá, alhures e miúde. (BANDEIRA, Manuel. Seleta em prosa e verso. Org: Emanuel de Moraes.4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. P. 19)
Apesar do escritor conhecer as normas que regem a colocação pronominal, ele prefere o português que emprega o “mim” como sujeito antes de um verbo no infinitivo por acreditar que essa construção seja mais eufônica. Também podemos observar o emprego do pronome mim em desacordo com a norma-padrão no seguinte período: