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Paciente de 21 anos, vítima de trauma cranioencefálico, é levado para emergência do hospital mais perto. Durante a avaliação clínica, o paciente abre os olhos ao chamado, apresenta uma fala confusa e localiza a dor. Em relação à escala de coma de Glasgow, podemos afirmar que a pontuação desse paciente é:

Após reversão da PCR, a presença de alguns sinais está relacionada ao prognóstico a seguir:

I. Reflexos oculares ausentes após 24 horas do evento.

II. Decerebração ou ausência de resposta motora à dor (Glasgow motor < 2).

III. Padrão de sofrimento cortical difuso grave por mais de 24‑72 horas após o evento.

IV. ETCO2 abaixo de 10 mmHg.

Após 24 a 72 horas do evento, estão correlacionados a um pior prognóstico neurológico os itens

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O coma é a ausência completa de despertar e de conteúdo da consciência. Para ser diferenciado dos quadros de síncope ou concussão, o quadro de coma deve persistir por mais de:
Um paciente, vítima de politrauma, na avaliação neurológica, apresentou abertura ocular ausente, sons incompreensíveis, flexão normal.Apontuação na escala de coma de Glasgow é igual a

Analise os critérios a seguir.

I. Reconhecimento de uma causa conhecida e irreversível do coma.

II. Demonstração de um coma aperceptivo com ausência de reflexos do tronco encefálico.

III. Evidência de falência do centro respiratório por meio de teste de apneia.

IV. Ausência de perfusão sanguínea e de atividade elétrica ou metabólica encefálica constatadas por exames complementares.


São princípios fundamentais de morte encefálica (definidas pela Resolução CFM nº 2.173/17)