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Trabalhador da construção civil sem capacete sofreu queda do telhado de uma casa de cerca de 4 metros de altura, socorrido pelo Samu que transportou o paciente com colar cervical, imobilizado em prancha longa, com máscara facial com oxigênio 12 litros/min. Na emergência estava com pupilas isocóricas, fotorreagentes, apresentava abertura ocular somente ao estímulo doloroso. Quando perguntado, falava palavras inapropriadas e quando estimulado localizava a dor. O glasgow deste paciente é
Uma paciente de 75 anos é levada à emergência por rebaixamento de sensório, apresentando sódio sérico de 103. Durante a avaliação, ela apresenta crise convulsiva tônico-clônica generalizada. Qual a melhor conduta a seguir?
A escala de coma Glasgow é útil na avaliação neurológica dos pacientes politraumatizados, utilizada no atendimento inicial destes pacientes quando se verifica abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. Deste modo, caso o paciente apresente abertura ocular espontânea, resposta verbal desorientada e resposta motora sem alterações, pode-se dizer que a escala de coma Glasgow deste paciente é
Leia o relato do caso a seguir.

Um paciente previamente hipertenso, foi encontrado desacordado em casa e trazido ao serviço de emergência de um hospital que dispõe de serviço de tomografia computadorizada 24h. O exame físico desse paciente evidenciou bradipneia, pupilas anisocóricas, Glasgow 7, pressão arterial 100/60 mmHg, frequência cardíaca 102 BPM e SatO2 90%.
Qual é a estratégia que proporciona melhor prognóstico para esse paciente?
Durante o transporte de uma pessoa com traumatismo cranioencefálico grave, a equipe mantém oxigenação e pressão arterial satisfatórias. Depois da intubação, surgem anisocoria progressiva e postura extensora, compatíveis com herniação cerebral ativa. Nessa situação, a conduta ventilatória deve: