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Durante a monitorização neurológica de um paciente com TCE grave na UTI, a equipe discute a inclusão da microdiálise cerebral no protocolo de monitorização multimodal. Em relação a essa técnica, o marcador bioquímico da microdiálise considerado o melhor indicador de injúria isquêmica secundária é: 
Homem de 47 anos, sem diagnóstico prévio de hipertensão, é admitido na UTI com PA 260/150 mmHg, cefaleia holocraniana, náuseas e rebaixamento do nível de consciência. A equipe suspeita de emergência hipertensiva e solicita avaliação de hipertensão intracraniana à beira-leito por ultrassonografia point of care. Com base no caso, o parâmetro que confirma a suspeita de hipertensão intracraniana nesse exame é:
Na avaliação de um paciente em coma, é correto afirmar:
Homem de 45 anos encontra-se em internação na Unidade de Terapia Intensiva após trauma cranioencefálico grave há 48 horas. TC de crânio: edema cerebral difuso. Evolui com coma aperceptivo sem sedação e analgesia e ausência de reflexos de tronco cerebral. É realizado teste de apneia durante 7 minutos, período no qual não houve movimentos respiratórios. Gasometria arterial pré-teste: pH 7,38; pCO2 38 mmHg; pO2 210 mmHg. Gasometria arterial pós-teste: pH 7,21; pCO2 57 mmHg; pO2 140 mmHg.

A interpretação correta do teste de apneia desse paciente é:
Homem de 29 anos encontra-se internado em Unidade de Terapia Intensiva após trauma cranioencefálico grave. Encontra-se em sedação e analgesia com propofol e fentanil e em uso de ventilação mecânica invasiva. Nas última 2 horas, apresentou pressão intracraniana de 26 mmHg de modo persistente, mantendo PAM por cateter em artéria femoral de 78 mmHg. Gasometria arterial: pH 7,41; pCO2 35 mmHg; pO2 95 mmHg; SatO2 96%; hemoglobina 9,4 g/dL. Gasometria venosa de jugular: SvjO2 48%.

A conduta imediata, nesse caso, deve ser