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No início deste ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood publicou os indicados para a última edição do Oscar. Dentre os cotados para a categoria “Melhor Documentário”, houve um título brasileiro. Este, contudo, não foi premiado, pois saiu vitorioso o longa-metragem:
No início deste ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood publicou os indicados para a última edição do Oscar. Dentre os cotados para a categoria “Melhor Documentário”, houve um título brasileiro. Este, contudo, não foi premiado, pois saiu vitorioso o longa-metragem:
Leia as seguintes matérias jornalísticas:
?MEMÓRIA – Poucas cantoras conciliaram no Brasil popularidade e rigor estilístico (16 de julho de 1920 – 7 de maio de 1990). Nascida há 100 anos na cidade do Rio de Janeiro (RJ), (...) popularizada em 1950 com a gravação da então inédita Canção de amor (Elano de Paula e Chocolate), cantou de Ary Barroso (1903 – 1964) a Villa-Lobos (1887 – 1959) com a mesma maestria. (...) Que o Brasil celebre essa grandeza ao longo de 2020. (Texto adaptado. Fonte: g1.globo.com, de 01/01/2020).
'A Divina' – Cantora marcou gerações e se consagrou como uma das maiores cantoras da história da música popular brasileira. (Fonte: Jornal O Globo, de 12/07/2020).
(...) Aos poucos, a carreira foi deslanchando. Tornou-se a noiva do samba-canção, e abriu as portas para a Bossa Nova ao gravar o LP “Canção do Amor Demais”, em 1958, cantando composições de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, com João Gilberto ao violão em duas faixas. Entre elas, o marco zero do movimento, “Chega de Saudade”. (Texto adaptado. Fonte: hypeness.com.br).
“Nascida em 16 de julho de 1920 no Rio de Janeiro, era filha do seresteiro, e desde cedo, teve contato com a música nas apresentações do pai. Em 7 de maio de 1990, aos 69 anos, ela falece em Botafogo, após três anos de luta contra o câncer.” (Texto adaptado. Fonte: Radios.ebc.com.br, de 12/07/2020).

Os textos acima se referem ao centenário da cantora brasileira:
No ano de 2020 se comemora o centenário de dois grandes autores brasileiros: João Cabral de Melo Neto e a naturalizada brasileira Clarice Lispector. Porém, a 18ª Flip – Festa Literária Internacional de Paraty anunciou em 25 de novembro de 2019 a escritora Elizabeth Bishop (Estados Unidos, 1911-1979) como homenageada. É a primeira vez desde sua criação, em 2003, que a Flip escolhe um estrangeiro para a homenagem. “Oswald de Andrade e a turma da Semana de 22 já digeriram essa questão do que é arte brasileira muito tempo atrás. Não é por ter sido escrita em língua inglesa que a poesia de Bishop está menos encharcada do Brasil que a de Drummond ou João Cabral de Melo Neto.” Considera-se que a escritora cumpre à perfeição a missão originária da homenagem, mais atual do que nunca em 2020 – fazer a rica experiência da arte brasileira ser melhor reconhecida em qualquer lugar do mundo. São textos escritos por Bishop, EXCETO:
“A Polícia Federal recuperou uma escultura roubada em 1974, que constava na lista de bens procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol) desde 2016. A imagem representa Betsabá, que figura, na Bíblia, como esposa do rei Davi e mãe do rei Salomão, sendo retirada do acervo da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em Duque de Caxias, no Rio.”
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/blog/radar/imagem-roubadaha-50-anos-e-recuperada-e-devolvida-a-igreja-no-rio/.)
É responsável por proteger e promover os bens culturais do País, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras: