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Frente à pandemia do novo coronavirus, enquanto as investigações estão em andamento, a melhor medida de prevenção é adotar medidas que impeçam a propagação e reduzam a exposição ao vírus. Quanto às orientações gerais para os serviços de saúde, leia as alternativas e assinale a alternativa correta.
No contexto da COVID-19, a estratificação de risco da síndrome gripal é importante para definir a conduta correta para cada caso, seja para manter o paciente na Atenção Primária à Saúde (APS), seja para encaminhá-lo aos centros de referência, urgência/emergência ou hospitais. A APS é responsável pelos casos leves de síndrome gripal, bem como identifica precocemente os casos graves, para encaminhamento rápido e correto, mantendo a coordenação do cuidado desses últimos. A estratificação de risco deve ser realizada após avaliação clínica, com anamnese e exame físico qualificado para confirmação da presença de síndrome gripal. O objetivo principal da estratificação de risco é identificar precocemente casos suspeitos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que é a forma grave da COVID-19. O instrumento considerado para auxiliar nessa estratificação de risco (COES MINAS, 2020), que avalia a saturação de oxigênio transportado pelas hemoglobinas presentes no sangue arterial por meio de sensores de emissão e detecção de luz nos comprimentos de onda vermelha e infravermelha, de forma não invasiva, contínua, simples e indolor é o
Uma das estratégias adotadas no Brasil no contexto da COVID-19 foi a Campanha Nacional de Vacinação, que se iniciou em 18 de janeiro de 2021. O esquema vacinal foi ampliado para todos os trabalhadores de saúde, com recomendação, por meio da Nota Técnica Nº 37/2022, da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à COVID-19 do Ministério da Saúde, de uma segunda dose de reforço, a ser administrada 
Os profissionais de Enfermagem representam a maior força de trabalho no Sistema Único de Saúde (SUS) e foram a maior parcela de profissionais de saúde na linha de frente durante a pandemia de Covid-19. Nesse contexto, estudos epidemiológicos auxiliaram na compreensão dos fatores de riscos para o adoecimento de profissionais de Enfermagem, por exemplo: preocupações em se infectar, maior demanda de trabalho, impacto no cargo, preocupações relacionadas ao trabalho, observar colegas chorando e pensamento ruminativo estiveram associados ao estresse percebido no trabalho (Galleta et al., 2021). Sabe-se que essa conclusão foi obtida a partir de um estudo do tipo
No monitoramento domiciliar de pacientes com diagnóstico confirmado de COVID-19 que apresentam sintomas leves, o ACS deve reforçar as orientações de biossegurança. Para conter a cadeia de transmissão do vírus na residência, a principal medida recomendada pela vigilância epidemiológica é o: