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A crase configura-se como um elemento gráfico que representa um aspecto sintático relacionado ao encontro da preposição (por convenções de regência) e dos artigos femininos de singular e plural (que acompanham os substantivos femininos na sentença) e não pode ser confundida com acentuação, pois não há nada em sua aplicação que destaque variações de tonicidade em relação às palavras em si. No entanto, é curioso que é possível reconhecer significações diferentes dos enunciados em alguns exemplos excepcionais de enunciados, como é o caso da tirinha cômica acima. As expressões ‘à espera do rato’ e ‘a espera do rato’ divergem, sob a perspectiva da gramática do português, porque:

Identifique a frase em que o emprego da crase é facultativo.
Observe, com atenção, a tirinha a seguir:
8.png (458×310)
https://www.google.com
Na expressão “resistência a mudanças", não houve emprego de crase porque: 
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“Mas talvez você não saiba que a falta dele pode causar vários problemas de saúde e levar à morte precoce.” (linhas 2 a 4). A crase foi empregada no período acima pela seguinte justificativa:
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A utilização da crase “à” sublinhada abaixo é justificada pela seguinte regra gramatical:


"Que a oposição feroz e generalizada à democracia parlamentar teve que esperar até a década de 1930 não significava (...)." (linhas 23 a 25)