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As participações societárias adquiridas com intenção de permanência são classificadas no Ativo Não Circulante/ Investimentos.

Admita que:

• Gomes S/A, de capital fechado

- No balanço de 31 dez.2009 tem registrado seu único investimento, feito de forma voluntária, no Ativo Não Circulante/Investimentos, pelo valor de R$ 45.000,00, correspondentes à participação de 2% nas ações da Lona S/A.
- O balanço de 30 dez.2010 continua tendo somente aquela participação societária registrada no Ativo Não Circulante/Investimento.
- Não tem nenhuma influência na administração da Lona S/A.
- Não tem qualquer intenção de vender o investimento e mantém a mesma quantidade de ações que tinha em 2009.
- Avalia o investimento pelo método do custo.

• Lona S/A, de capital fechado

- Patrimônio Líquido, em 31 dez.2009: R$ 2.250.000,00
- Lucro auferido em 2010: R$ 500.000,00
- Dividendos propostos em 2010: R$ 400.000,00
- Não fez nenhum aumento de capital a qualquer título.

Com as informações recebidas e a boa técnica contábil, desconsiderando a possibilidade de qualquer incidência tributária, o valor deste investimento, no balanço da Gomes S/A, em 30 dez.2010, em reais, é de

Segundo a legislação societária atualizada até 2010, o critério de avaliação das contas a receber se dá pelo(s) valor(es)
Em 01/07/2011 uma editora comprou os direitos autorais de um livro por R$ 100.000,00 por cinco anos. Em 31/12/2012 um livro concorrente foi editado e a editora constatou que só poderia obter retorno de R$ 49.000,00 com o livro.

No entanto, o mercado não aceitou bem o livro concorrente, de modo que em 31/12/2013 a editora estimou que poderia obter R$ 45.000,00 com o livro no restante dos anos de contrato.

Em 01/01/2014, o valor contábil dos direitos autorais no ativo intangível da empresa era de:
Em 30/06/2011, uma entidade adquiriu um carro para utilizar em seus negócios por R$ 50.000,00. No momento da compra, o carro tinha vida econômica de oito anos, no entanto, a entidade pretendia utilizá-lo por seis anos e depois vendê-lo por R$ 8.000,00.

Em 31/12/2014, a administração da entidade observou fatores externos negativos e realizou o teste de recuperabilidade do carro. Nesta avaliação, ela determinou que o valor de uso do carro era de R$ 20.000,00 e o valor de venda de R$ 27.000,00, sendo que, para vender, a entidade precisaria pintar o carro, o que lhe custaria R$ 2.000,00.

O valor contábil do carro, em 01/01/2015, era de
Em 01/01/2010, uma empresa adquiriu um terreno por R$ 100.000,00. Na época, a empresa tinha a intenção de utilizar o terreno em suas operações durante vinte anos e vendê-lo por R$ 30.000,00.

Em 31/12/2014, a empresa resolveu vender o terreno. Nesta data, o valor justo do terreno era de R$ 150.000,00 e a empresa estimava despesas de vendas de R$ 10.000,00.

De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 31 - Ativo não Circulante mantido para Venda e Operação Descontinuada, em 31/12/2014 o terreno estava mensurado, no grupo dos Ativos não Circulantes mantidos para Venda, por