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A insuficiência renal crônica é uma condição progressiva que exige monitoramento contínuo de função renal e assistência de enfermagem qualificada. Em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do grupo 100% Saúde, o Técnico de Enfermagem atende paciente com diagnóstico de insuficiência renal crônica que apresenta edema, hipertensão e fadiga. O profissional reconhece que a assistência envolve monitoramento de pressão arterial, orientação sobre restrição hídrica e sal, e apoio para adesão ao tratamento. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de insuficiência renal conforme diretrizes do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e assistência ao paciente com insuficiência renal crônica, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) Paciente com insuficiência renal crônica deve ser orientado sobre restrição de ingestão de potássio, fósforo e líquidos conforme protocolo.
(__) Ganho de peso súbito em paciente com insuficiência renal crônica é sempre normal e não exige comunicação ao enfermeiro.
(__) Monitoramento de pressão arterial é essencial em paciente com insuficiência renal crônica para identificar hipertensão e complicações.
(__) Paciente com insuficiência renal crônica pode consumir qualquer alimento sem restrições, pois a dieta não afeta a função renal.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
O guia internacional EPUAP/NPIAP/PPPIA (2019) recomenda avaliação estruturada de risco (p.ex., Braden), reposicionamento individualizado, superfícies de suporte, manejo de umidade/nutrição, mobilização precoce e curativos profiláticos sobre proeminências/dispositivos, desencorajando anéis de borracha e fricção. Qual protocolo reflete este arcabouço?
Paciente em CRRT com anticoagulação regional por citrato apresenta queda de cálcio ionizado sistêmico, acidose metabólica e relação cálcio total/ionizado > 2,5. À luz KDIGO e protocolos de RCA, qual conduta está correta?
Conforme a NICE CG103 e meta-análises, intervenções multicomponentes não farmacológicas (reorientação, mobilização, sono, correção sensorial, hidratação/analgesia) reduzem delirium; a triagem rotineira com CAM melhora detecção e continuidade do cuidado. Antipsicóticos não são profilaxia de rotina; benzodiazepínicos tendem a piorar. Qual conduta de enfermagem está mais consistente com a evidência?
As lesões por pressão representam importante marcador de qualidade assistencial, associadas a elevada carga de morbidade, custos e prolongamento da internação hospitalar. Diretrizes internacionais (EPUAP/NPIAP/PPPIA) e notas técnicas da ANVISA reforçam a necessidade de abordagem multimodal, que envolve estratificação do risco, reposicionamento em intervalos regulares, uso de superfícies de suporte, manejo da umidade, proteção dos calcâneos, otimização nutricional e manutenção da perfusão tecidual. Tais documentos desaconselham práticas historicamente difundidas, como massagem em proeminências ósseas ou uso de almofadas em anel, por risco de agravo. Considerando essas recomendações normativas, qual proposição expressa de modo mais preciso o núcleo preventivo?