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No início do século XXI, o Estado brasileiro passou a desempenhar um papel ativo em inúmeras áreas culturais. Tal processo tem início na gestão do então Ministro Gilberto Gil, que, já em seu discurso de posse, apontou que a marca de sua gestão seria a abrangência. Observa-se que o papel ativo do Estado ocorre a partir da conexão estabelecida com a sociedade em diferentes processos participativos. Gil afirmou em diferentes ocasiões que o Ministério da Cultura não era para exclusivo atendimento a criadores e produtores culturais, mas sim de toda a sociedade brasileira. Com esse novo entendimento de Cultura, agora adotado pelo estado brasileiro, podemos verificar o seguinte

Julgue o item que se segue.



A democracia, na sua essência, pressupõe que o poder político seja exercido por uma elite intelectual ou econômica, cujo papel é representar os interesses da maioria da população de maneira equitativa e justa, consolidando assim um governo de elite em prol do bem comum.

Noam Chomsky é um linguista, filósofo e sociólogo finlandês que tem investigado sobre a formação ideológica dos meios de comunicação e a função social que estes desempenham. O teórico considera que a mídia - meios de comunicação hegemônicos e de massa, serve aos interesses das corporações privadas, comandadas pelo poder econômico e político. Em seu livro “Para Entender o Poder” (2005), a grande mídia reflete a opinião da elite apresentando uma imagem do mundo de acordo com os interesses dos grupos sociais que controlam a economia e os governos. Assinale a afirmativa que não corresponde ao pensamento desse autor.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 10 de dezembro de 1948, possui o objetivo maior de provocar o diálogo sobre a necessidade de respeito aos seres humanos e impedir conflitos entre os países por motivos políticos, culturais ou econômicos. Tendo como base os direitos humanos em discussão na contemporaneidade, assinale a alternativa correta.

É precisamente sobre os possíveis projetos alternativos para a democracia que se trava boa parte da luta política na América Latina de hoje. (...) as políticas neoliberais introduziram um novo tipo de relação entre o Estado e a sociedade civil (...) baseada numa concepção minimalista do Estado e da democracia.(...) Uma concepção alternativa de cidadania (...) vê as lutas democráticas como contendo uma redefinição não só do sistema político, como também das práticas econômicas, sociais e culturais que possam engendrar uma ordem democrática para a sociedade (...) para abranger não só o sistema político, mas também o futuro do “desenvolvimento” e a erradicação de desigualdades sociais tais como as de raça e de gênero, profundamente moldadas por práticas culturais e sociais.”

(ESCOBAR,2008,16).

 

Nesse trecho do livro intitulado Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras, os/as autores/as (e organizadores/as da obra coletiva) conceberam a cidadania e a democracia de modo particular. Segundo os/as autores/as, é correto afirmar que os movimentos sociais