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Uma sociedade empresária após conciliação das contas constantes de seu Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício, relativas ao exercício social de 2017, apurou as seguintes informações necessárias à elaboração da DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa do mesmo exercício social, conforme a seguir:
Aumento de Capital Social (em moeda corrente)              R$ 15.000,00 Aumento de Clientes                                                        (R$ 18.000,00) Venda de Imobilizado                                                        R$ 23.000,00 Aumento de Estoques                                                      (R$ 45.000,00) Aumento de Duplicatas Descontadas                                R$ 12.000,00 Empréstimos de Curto Prazo                                             R$ 34.000,00 Depreciação                                                                         R$ 8.000,00 Aquisição de Imobilizado                                                 (R$ 42.500,00) Aumento de Fornecedores                                                R$ 32.800,00 Redução de Salários a Pagar                                           (R$ 13.400,00) Lucro Líquido do Exercício                                                R$ 22.300,00
Considerando apenas as informações apresentadas anteriormente, após a elaboração da DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa, é correto afirmar que as atividades de:
Julgue os itens seguintes, relativos ao custo para tomada de decisões e às demonstrações contábeis.

A demonstração do fluxo de caixa, quando analisada em conjunto com a demonstração do resultado, pode informar a taxa de conversão do caixa em lucros futuros.
Assinale a opção que representa operações que NÃO afetam o fluxo de caixa.
Através da Resolução n° 1.125, de 2008, o Conselho Federal de Contabilidade recomenda que os
A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) evidencia a variação do grupo "disponivel" da sociedade entre dois exercicios sociais consecutivos. Ela é entendida como uma demonstração mais precisa da situação financeira da empresa do que a Demonstração de Origem e Aplicação de Recursos (DOAR), porque o que interessa a credores e sócios da empresa é sua capacidade operacional de gerar caixa para o pagamento de seus empréstimos contraidos junto a terceiros, inclusive os juros deles decorrentes, e de dividendos. As empresas, seguindo recomendação do CFC (Conselho Federal de Contabilidade), devem classificar os juros, recebidos ou pagos, e os dividendos e juros sobre o capital próprio, pagos como