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Uma menina de 3 anos de idade é diagnosticada com Dermatite Atópica (DA) de intensidade leve a moderada. As lesões eczematosas e o prurido são recorrentes, e a mãe relata que a criança fica irritada e coça muito durante a noite. De acordo com o consenso SBP/ASBAI, qual é a estratégia terapêutica de primeira linha e mais fundamental para o manejo contínuo da Dermatite Atópica em todas as suas formas?

A Dermatite Atópica (DA) é uma doença crônica não contagiosa, com componentes genéticos e ambientais contribuindo para o seu desenvolvimento. Também conhecida como eczema atópico, é uma condição inflamatória e pruriginosa da pele, que ocorre com maior frequência em crianças (início precoce), mas afeta também os adultos, os quais representam um terço de todos os casos novos da doença.


Os critérios de Hanifin e Rajka são considerados o “padrão-ouro” para o diagnóstico de DA. Com este instrumento define-se DA com 3 ou mais critérios maiores e 3 ou mais critérios menores.


Assinale a opção que apresenta, corretamente, um critério maior para o diagnóstico de Dermatite Atópica (DA).

Pré-escolar de 5 anos apresenta lesões urticariformes recorrentes há 3 meses. A mãe relata que as lesões individuais duram cerca de 36 horas no mesmo local, apresentam queimação mais intensa que prurido e não desaparecem completamente à digitopressão, deixando manchas residuais acastanhadas. Nega febre ou sintomas sistêmicos. Para esse caso, a conduta CORRETA é:
Paciente com máculas acastanhadas e descamativas em regiões intertriginosas (axilas e virilhas) é submetido ao exame com Lâmpada de Wood. A observação de fluorescência vermelho-coral afasta o diagnóstico de Tinea cruris e confirma:
Durante a avaliação de uma ferida crônica estagnada há seis semanas, a equipe médica suspeita de infecção profunda não evidenciada por sinais clássicos superficiais. Opta-se pela realização de cultura quantitativa utilizando a técnica de esfregaço de Levine. Para esse procedimento, a técnica CORRETA é: