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Paciente de 30 anos, sexo masculino, vivendo com HIV com bom
controle imunovirológico, procura atendimento médico com
queixa de lesão inguinal dolorosa.
Ao exame, notam-se múltiplas lesões dispostas em abdome, região inguinal e membros inferiores, em sua maioria eritematosas, algumas com formação de pústula, outras com ulceração crateriforme com bordas eritematosas, inclusive a lesão inguinal, na qual queixa-se de dor, e poucas em estágio cicatricial hiperpigmentado. É digna de nota, particularmente, a maior lesão, presente em coxa, eritematosa, medindo cerca de 4cm, com discreta formação pustulosa em seu centro e flutuação em sua região central, e halo de hiperemia medindo cerca de 10 cm.
Quanto ao caso, é correto afirmar que
Ao exame, notam-se múltiplas lesões dispostas em abdome, região inguinal e membros inferiores, em sua maioria eritematosas, algumas com formação de pústula, outras com ulceração crateriforme com bordas eritematosas, inclusive a lesão inguinal, na qual queixa-se de dor, e poucas em estágio cicatricial hiperpigmentado. É digna de nota, particularmente, a maior lesão, presente em coxa, eritematosa, medindo cerca de 4cm, com discreta formação pustulosa em seu centro e flutuação em sua região central, e halo de hiperemia medindo cerca de 10 cm.
Quanto ao caso, é correto afirmar que
Paciente de 29 anos, sexo feminino, agricultora, residente em
Castanhal, no Pará, procura atendimento com história de lesão
na perna direita há aproximadamente dois meses. Relata que a
lesão iniciou como um pequeno nódulo avermelhado, evoluindo
lentamente para uma úlcera indolor.
Ao exame físico, observa-se úlcera única de 2,5 cm de diâmetro, com bordas elevadas e infiltradas, fundo granuloso e limpo, localizada na face anterior da perna direita. Palpam-se linfonodos inguinais discretamente aumentados e indolores no mesmo lado da lesão. O médico assistente realizou diagnóstico clínico-epidemiológico da doença e optou por início de tratamento com administração intralesional de antimoniato de meglumina.
Considerando o quadro acima, o diagnóstico aventado pelo médico assistente é de
Ao exame físico, observa-se úlcera única de 2,5 cm de diâmetro, com bordas elevadas e infiltradas, fundo granuloso e limpo, localizada na face anterior da perna direita. Palpam-se linfonodos inguinais discretamente aumentados e indolores no mesmo lado da lesão. O médico assistente realizou diagnóstico clínico-epidemiológico da doença e optou por início de tratamento com administração intralesional de antimoniato de meglumina.
Considerando o quadro acima, o diagnóstico aventado pelo médico assistente é de
Uma mulher de 30 anos apresenta episódios recorrentes de
úlceras orais dolorosas há três anos e uveíte posterior unilateral
há quatro meses. Relata duas úlceras vulvares profundas no
último ano, tratadas com aciclovir, com regressão lenta e
formação de cicatrizes esbranquiçadas. Ao exame atual, observase pápula eritematosa no antebraço, surgida 48 horas após uma
coleta de sangue
Diante do quadro clínico apresentado, a principal hipótese diagnóstica é
Diante do quadro clínico apresentado, a principal hipótese diagnóstica é
Durante a reconstrução de um defeito facial com retalho de
transposição, o tecido apresenta-se pálido, frio e com
enchimento capilar ausente imediatamente após a sutura. O
cirurgião dermatológico constata que não há hematoma sob o
retalho.
A intervenção imediata que deve ser adotada, para o manejo desse quadro, é
A intervenção imediata que deve ser adotada, para o manejo desse quadro, é
Uma mulher de 54 anos apresenta alopecia cicatricial progressiva
na região frontotemporal, com perda dos pelos das sobrancelhas.
À tricoscopia, observam-se eritema e descamação perifoliculares
na margem de progressão, além de áreas mais antigas com
ausência dos óstios foliculares. A biópsia demonstra infiltrado
linfocitário de interface e fibrose perifolicular, predominando no
istmo e no infundíbulo.
A partir da correlação entre esses achados, assinale a afirmação que melhor explica a evolução da doença.
A partir da correlação entre esses achados, assinale a afirmação que melhor explica a evolução da doença.