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Uma mulher de 34 anos procurou atendimento médico relatando o surgimento súbito de lesões avermelhadas e elevadas na pele. Ao exame fisico, observou-se que as lesões estavam distribuídas em diferentes regiões do corpo, algumas isoladas e outras agrupadas formando placas. A paciente informou que as manchas coçavam muito, surgiam e desapareciam sem deixar cicatrizes. Durante a avaliação, também foi identificado edema nos lábios e nas pálpebras. Considerando o caso clínico apresentado, o quadro é compatível com:

Homem de 45 anos, trabalhador da construção civil, comparece à UBS com queixa de lesão na região dorsal há 3 meses. Refere que a lesão “não cicatriza” e, ocasionalmente, sangra ao se coçar. Ao exame físico, observa-se lesão pigmentada, assimétrica, com bordas irregulares e diâmetro de 1,2 cm, localizada em região de exposição solar frequente. O paciente nega dor ou prurido intenso. Nega comorbidades e nega uso de medicamentos.


Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?

Homem, 50 anos de idade, com febre e manchas pelo corpo há 5 dias. Possui hipertensão arterial, em uso de losartana, e gota com tratamento iniciado há 30 dias. Exame clínico: temperatura axilar de 39 °C, exantema maculopapular difuso, adenomegalias dolorosas, cervicais e axilares de 2 cm; espaço de Traube ocupado. 

• Exames laboratoriais:
Hb: 11 g/dL
Leucócitos: 10.000/mm3
Neutrófilos: 50%
Eosinófilos: 20%
Linfócitos atípicos: 8%
Plaquetas: 160.000/mm3
TGO/AST: 140 U/L
TGP/ALT: 178 U/L

Em relação ao caso apresentado, o diagnóstico mais provável é:
Homem, 32 anos de idade, com dermatite atópica moderada associada à rinossinusite crônica com pólipos nasais e obstrução nasal grave. Apesar do tratamento com metotrexato, introduzido há seis meses, permanece com baixa resposta terapêutica. Exames complementares: IgE sérica total: 3.500 UI/mL (ref.: < 100 UI/mL); eosinófilos no sangue periférico: 1.200/mm3 Neste momento, o tratamento mais adequado é:
Mulher, 48 anos de idade, refere que nos últimos dois anos apresentou oito episódios de edema de lábios e lesões eritematosas, edematosas e pruriginosas pelo corpo. As lesões cutâneas desaparecem completamente em algumas horas e o angioedema em até três dias. Em duas ocasiões, associou o quadro com consumo de camarão. Nega broncoespasmo, vômitos ou dor abdominal. Boa resposta a anti-histamínicos e adrenalina, utilizada em algumas ocasiões durante atendimento em pronto atendimento. Em acompanhamento por lombalgia há seis anos, estando medicada com anti-inflamatório não esteroidal de demanda. Hipertensão arterial sistêmica há quatro anos, em uso de diurético. Em relação ao caso apresentado, qual é a melhor hipótese diagnóstica?