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Em janeiro de 2020, os jornais procuravam repercutir as causas do incêndio que destruiu mais de 100 mil quilômetros quadrados de vegetação; causou a morte, até meados daquele mês, de 27 pessoas, um bilhão de animais, destruiu duas mil casas e obrigou milhares de cidadãos a deixarem suas cidades. Melbourne, Sydney e Camberra foram cobertas por espessas nuvens de fuligem. Essa catástrofe aconteceu

(Super Interessante. Disponível em: https://bit.ly/2OE8OeE. Acesso em 18.07.2020. Adaptado)

“As chamas que atingiram a _______________, em 16 de abril de 2019, geraram nove horas de trabalho para controle do fogo, mobilização de mais de 500 bombeiros e lágrimas, orações e cantos de pessoas em todo o mundo. Agora que o incêndio está controlado – os bombeiros continuam no local e estão avaliando os danos à estrutura - autoridades e representantes da sociedade civil começam a fazer um balanço da tragédia. Jean-Claude Gallet, comandante dos bombeiros, afirmou à imprensa que, graças ao trabalho da corporação, a estrutura principal do monumento gótico de 850 anos, incluindo as duas torres, está "a salvo e preservada em sua totalidade". Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47939068 - adaptado
A notícia acima refere-se ao incêndio na
O rompimento da barragem em Brumadinho, construída a montante – o método menos seguro e mais barato – em 25 de janeiro de 2019, resultou em um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil. A barragem de rejeitos, cuja designação oficial era barragem da Mina do Feijão, classificada como de “baixo risco” e “alto potencial de danos”, era controlada pela Vale S.A. e estava localizada no ribeirão Ferro- -Carvão, na região de Córrego do Feijão, no município brasileiro de Brumadinho, a 65 km de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Sobre os impactos do rompimento, é INCORRETO afirmar que:
Leia os trechos a seguir.
I. “A fumaça dos incêndios florestais na Austrália chegou ao Brasil. A Divisão de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) publicou, no Twitter, imagens de satélites que indicam o avanço da nuvem sobre o estado do Rio Grande do Sul.” II. “Os focos de incêndio de 2019 na Amazônia se concentram em propriedades privadas, de acordo com estudo do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) divulgado nesta quarta (4). Essas áreas cobrem 18% da Amazônia e concentram 33% dos focos de fogo registrados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) entre 1º de janeiro e 29 de agosto deste ano.”
Tendo em vista os incêndios anteriormente citados (Amazônia e Austrália), analise as afirmativas a seguir.
I. Os incêndios tanto da Austrália quanto da Amazônia ocorreram por causas exclusivamente naturais. II. Na Amazônia, a floresta é tropical úmida; na Austrália, os incêndios se espalham principalmente pela floresta tropical seca. III. Na vegetação da Austrália, a flora e a fauna têm melhores adaptações para se recuperarem mais rápido depois de incêndios. IV. Na Amazônia, a maior parte dos incêndios se inicia por ação humana, realizados como método de limpeza do terreno.
Estão corretas apenas as afirmativas
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome de um ciclone muito poderoso que, em maio de 2020, causou inúmeros estragos na Baía de Bengala: