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Os estudiosos da macroeconomia costumam definir o curto prazo como sendo o tempo em que o produto é determinado pela educação, pela pesquisa e pelo desenvolvimento, pela poupança e pelas ações do governo; o médio prazo como o tempo em que o produto é determinado pela demanda e o longo prazo como o tempo em que o produto é determinado pela tecnologia.

O desenvolvimento econômico e social de um país é um fenômeno multidimensional. No caso brasileiro, a análise da evolução recente da economia exige a consideração conjunta de indicadores econômicos, sociais e distributivos; além disso, importantes desigualdades pessoais e regionais decorrentes de fatores históricos, institucionais e estruturais persistem e influenciam a distribuição de renda e as oportunidades no território nacional. No que diz respeito a indicadores do desenvolvimento econômico e social brasileiro, julgue o item que se segue.


Os indicadores tradicionalmente utilizados para medir a desigualdade no Brasil, como o índice de Gini, calculado a partir da PNAD Contínua, referem-se predominantemente à distribuição de renda, não constituindo medida direta da concentração da riqueza patrimonial.

O desenvolvimento econômico e social de um país é um fenômeno multidimensional. No caso brasileiro, a análise da evolução recente da economia exige a consideração conjunta de indicadores econômicos, sociais e distributivos; além disso, importantes desigualdades pessoais e regionais decorrentes de fatores históricos, institucionais e estruturais persistem e influenciam a distribuição de renda e as oportunidades no território nacional. No que diz respeito a indicadores do desenvolvimento econômico e social brasileiro, julgue o item que se segue.


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) considera, além da renda, indicadores relacionados à educação e à longevidade, razão pela qual seu crescimento pode decorrer de avanços sociais mesmo na ausência de aumento proporcional da renda per capita.

O desenvolvimento econômico e social de um país é um fenômeno multidimensional. No caso brasileiro, a análise da evolução recente da economia exige a consideração conjunta de indicadores econômicos, sociais e distributivos; além disso, importantes desigualdades pessoais e regionais decorrentes de fatores históricos, institucionais e estruturais persistem e influenciam a distribuição de renda e as oportunidades no território nacional. No que diz respeito a indicadores do desenvolvimento econômico e social brasileiro, julgue o item que se segue.


A redução da pobreza monetária implica diminuição da concentração de renda medida pelo índice de Gini, que mensura o mesmo fenômeno.

Ao discutir os indicadores de pobreza do estado, uma analista observa que as taxas dependem da linha de rendimento adotada e que, internacionalmente, essas linhas foram revisadas, alterando comparações. A analista acrescenta, com base em Amartya Sen, que a renda é um meio, não um fim, e que a pobreza é melhor compreendida como a privação das capacidades reais de uma pessoa levar a vida que tem razões para valorizar. A consequência teórica e metodológica desse argumento para a mensuração da pobreza é a de que: