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Mulher, 46 anos de idade, com história de dispepsia há 3 meses, realizou endoscopia digestiva alta que identificou uma lesão subepitelial de 25 mm no esôfago distal. Indicada ecoendoscopia que demonstrou uma lesão hipoecoca, homogênea, inserida na camada muscular própria, de 28×32 mm. A punção ecoguiada foi realizada, cuja imunohistoquímica resultou em presença de células fusiformes, DOG1 negativo, desmina negativa, proteína S-100 positiva, CD34 negativa e CD117 negativa. Os achados são compatíveis com: 
A avaliação patológica dos linfonodos em um carcinoma do endométrio com técnica ultra-staging identificou um aglomerado de células neoplásicas de 0,3 mm, como este caso pode ser classificado? 
O adenocarcinoma do colo do útero com invasão difusamente destrutiva do etroma, é classificado como sistema Silva
Com o avanço da tecnologia aplicada à radiologia mamária houve maior número de biópsias com diagnósticos anatomopatológicos que apresentam aumento de risco para câncer de mama. Dentre essas lesões, pode-se afirmar:
Menina, 13 anos de idade, com massa abdominal indolor e aumento de volume abdominal. Não há outros sinais clínicos. Ecografia mostra massa cística ovárica e marcadores tumorais normais. Qual é o diagnóstico mais provável pela frequência e a idade da paciente?