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Uma mulher de 50 anos, com crises de migrânea com aura visual desde a adolescência, relata início súbito de dor de cabeça que considerou “a pior da vida”, seguida de vômitos e perda de consciência, o que motivou a internação. No exame, já está acordada e refere cefaleia intensa. O médico encontra dificuldade na mobilização passiva da nuca e observa ptose palpebral à direita, anisocoria com midríase à direita e estrabismo divergente à direita.
O diagnóstico mais provável é 
Homem de 40 anos, comerciante, apresentou dois episódios de hemiparesia e hemianestesia, com recuperação espontânea, nos últimos dois meses. Nega hipertensão arterial ou diabetes, e recorda-se de crises de enxaqueca. O exame neurológico é normal; porém, familiares notam problemas de memória e cálculo que vêm comprometendo sua atuação como vendedor. A investigação laboratorial não mostrou alterações, e o exame do líquido cefalorraquidiano foi normal. Na ressonância magnética de neuroeixo, levantou-se a hipótese de arteriopatia cerebral autossômica dominante, com infartos subcorticais e leucoencefalopatia.
Dos padrões de ressonância magnética do neuroeixo apresentados a seguir, assinale o que é mais característico dessa doença.
Recém-nascida, feminina, a termo, parto cesáreo, apgar 8/9, nascida com 3200 g. Gestação e parto sem intercorrência, com boa pega ao seio materno, tiveram alta em 48h pós-parto com ela pesando 3050 g. Foi na pediatra para reavaliação com 15 dias de vida. A mãe queixa-se, na consulta, de que a menor tem uma respiração cansada (que o seu primeiro filho não tinha), e que piora muito durante as mamadas, e se engasga por vezes. Apesar de ter boa quantidade de leite e ela estar sugando bem, parece não estar engordando.
Na consulta, pesa 3070 g, apresentando-se dispneica com FR = 44irpm. Pulmões limpos. Na ausculta cardíaca, desdobramento fixo de B2 com sopro sistólico de ejeção (3/4). Palpa-se impulsão sistólica em ventrículo direito na borda esternal esquerda. Pulsos amplos. PA normal. RX tórax: cardiomegalia; ECG: complexo QRS tipo Rsr.
De acordo com essa apresentação clínica, a provável cardiopatia congênita que a menor deve ter é a
Adolescente, sexo masculino, 16 anos, internado na enfermaria pediátrica, apresenta dispneia aos médios esforços, edema facial matinal, taquicardia, turgência jugular, edema na face e pescoço, circulação colateral na região torácica anterior, murmúrio vesicular abolido à direita, sem hepatoesplenomegalia e febril. Exames: leucócitos 14.200/mm³, 72% de linfócitos, hemoglobina 10,8 g/dL, plaquetas 189.000/mm³; Desidrogenase lática 1.840 U/L. Tomografia do tórax: massa anterior volumosa comprimindo veia cava superior, derrame pleural direito e colapso pulmonar direito. Citometria de fluxo do líquido pleural revela células com fenótipo CD2+, CD3+, CD7+, CD4-, CD8-, TdT+, CD34-.
Considerando o quadro clínico, laboratorial e imagem apresentados, trata-se. mais provavelmente, de linfoma 
Lactente 4 meses, feminina, previamente hígida, é trazida à emergência por início abrupto de episódios de dor abdominal tipo cólica, acompanhados de flexão de pernas e joelhos e choro forte, que vem sob forma de crises. Entre um episódio e outro, fica assintomática. Apresentou alguns episódios de vômitos após início do quadro. Nega febre. Durante o exame físico, há uma massa palpável no abdome e eliminação de evacuação com sangramento vivo.
Considerando esse quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica é