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Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral uma semana antes dos sintomas.
O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas = 10.000/µL. Não há anemia e os leucócitos estão normais.
A hipótese diagnóstica mais provável é
Escolar de 6 anos, masculino, chega na emergência com bom estado geral, com relato de discreto edema em face, principalmente periorbitário bilateral, diminuição da urina, e ela apresentando coloração acastanhada.

Ao exame físico, além do edema em face, observa-se discreto edema em pés, e PA 115 X 85 (> p95). O pai refere que o menino teve um “resfriado” umas semanas atrás.

Pensando que a causa dessa sintomatologia seja de um processo renal, é correto afirmar que
Paciente de 17 anos, sexo masculino, procura o pronto-socorro com dor abdominal iniciada há 72 horas em região periumbilical, migrando posteriormente para a fossa ilíaca direita. Evoluiu com febre de 39,1 °C, náuseas, vômitos, anorexia e piora progressiva da dor. Ao exame físico apresenta dor à palpação da fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e dor à descompressão brusca. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 19.800/mm³ com desvio à esquerda e proteína C-reativa de 28 mg/L.

A hipótese diagnóstica mais provável é 
Paciente de 45 anos, sexo masculino, procura atendimento com história de desconforto epigástrico há cerca de oito meses, associado à plenitude pós-prandial e episódios ocasionais de melena. Refere perda ponderal discreta de 3 Kg no período. Nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais. Ao exame físico apresenta discreta palidez cutaneomucosa, sem massas abdominais palpáveis. Os exames laboratoriais demonstram anemia ferropriva leve. A endoscopia digestiva alta evidencia espessamento difuso de pregas no antro e corpo gástricos, associado a lesões ulceradas superficiais multifocais com aspecto infiltrativo de baixo relevo.

A hipótese diagnóstica mais provável é
Paciente de 60 anos, sexo masculino, hipertenso e portador de diabetes mellitus tipo 2 e gota, procura atendimento devido à dor epigástrica em queimação, náuseas, plenitude pós-prandial e dois episódios de hematêmese em pequena quantidade após um fim de semana de intenso consumo de bebidas alcoólicas. Refere ingerir álcool apenas aos finais de semana, porém em grande quantidade há mais de 25 anos. Nega uso recente de anti-inflamatórios não esteroidais. Foi submetido à endoscopia digestiva alta.

O exame evidenciou mucosa gástrica difusamente congesta, edemaciada, friável, com múltiplas erosões planas e hemorragias subepiteliais puntiformes, sem evidência de úlcera péptica ou lesão neoplásica. Foram realizadas biópsias.

O diagnóstico mais provável é