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Uma mulher de 38 anos apresenta febre, mialgia e aparecimento súbito de lesões cutâneas há cinco dias. O exame físico revela infiltração cutânea difusa na face e nos membros, madarose bilateral completa, máculas purpúricas de contornos geométricos nos membros inferiores e no tronco, além de bolhas hemorrágicas e ulcerações necróticas no tronco. A biópsia de pele de uma lesão purpúrica abdominal evidencia à coloração de Fite-Faraco, proliferação endotelial com oclusão trombótica de vasos dérmicos e massiva quantidade de bacilos álcool-ácido resistentes intracelulares colonizando as células endoteliais.

A gravidade desse quadro clínico-patológico exige, como conduta terapêutica inicial,
Menino, 3 anos, é trazido à consulta pediátrica de rotina com queixa de dor abdominal há 2 meses, associada à febre e perda de peso, além de hematúria.

Durante o exame físico, é identificada uma massa firme e lisa em metade do abdômen à esquerda, não ultrapassando a linha média. Há ainda aniridia e hemihipertrofia. Os exames laboratoriais evidenciam policitemia, trombocitose e deficiência do fator VII.

A principal hipótese diagnóstica é 
Paciente de 72 anos, sexo feminino, hipertensa, diabética, tabagista e portadora de doença arterial periférica, refere dor abdominal em cólica iniciada cerca de 30 minutos após as refeições, com duração aproximada de uma hora, há seis meses. Relata perda ponderal de 11 kg no período e redução importante da ingestão alimentar por receio de desencadear a dor. A endoscopia digestiva alta, colonoscopia, tomografia de abdome e exames laboratoriais não evidenciaram alterações relevantes.

O exame mais apropriado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é a
Paciente de 29 anos, sexo masculino, refere diarreia crônica com esteatorreia e perda ponderal de aproximadamente 8 kg nos últimos 10 meses. Relata episódios frequentes de sinusite desde a infância e informa estar em investigação por infertilidade conjugal há cerca de dois anos, sem definição etiológica. Ao exame físico, apresenta IMC de 18,7 kg/m².

Os exames laboratoriais demonstram elastase fecal inferior a 100 ?g/g, sem outras alterações relevantes. A tomografia computadorizada de abdome evidencia atrofia pancreática difusa, sem calcificações, dilatação do ducto pancreático principal ou massas pancreáticas. A ultrassonografia escrotal demonstra testículos tópicos e de volume preservado.

O exame mais apropriado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Paciente de 36 anos, sexo feminino, refere dor epigástrica pós-prandial há quatro anos, acompanhada de náuseas, saciedade precoce e perda ponderal de 11 kg. Relata que os sintomas pioram após refeições volumosas, motivo pelo qual passou a restringir espontaneamente a alimentação. Foi submetida à endoscopia digestiva alta, colonoscopia, cintilografia de esvaziamento gástrico, ultrassonografia abdominal e investigação laboratorial, todas sem alterações significativas. A angiotomografia abdominal evidenciou estreitamento focal da origem do tronco celíaco, com configuração em “gancho”, cuja intensidade diminui durante a inspiração profunda.

O diagnóstico mais provável é