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Uma paciente de 26 anos de idade, sem antecedentes de infecção grave na infância, apresenta diagnóstico tomográfico de bronquiectasias cilíndricas bilaterais com predomínio nos lobos superiores. Relata episódios recorrentes de sinusite crônica e diarreia crônica com fezes gordurosas (esteatorreia) desde a adolescência.

Diante do padrão de distribuição das lesões pulmonares e dos sintomas extrapulmonares associados, o exame inicial padrão ouro indicado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Três pacientes foram encaminhados para avaliação de lesões primárias da parede torácica.

Caso 1: Mulher de 28 anos apresenta dor discreta e aumento de volume na parede torácica posterior. A tomografia computadorizada demonstra lesão expansiva intramedular envolvendo o arco posterior da sétima costela, com adelgaçamento da cortical, limites bem definidos e aspecto homogêneo em “vidro fosco”, sem reação periosteal ou invasão de partes moles.
Caso 2: Homem de 22 anos refere aumento progressivo de uma massa endurecida na parede torácica anterior desde a adolescência. A tomografia evidencia lesão exofítica pediculada originada da face externa da quarta costela, apresentando continuidade entre a cortical e a medular da lesão com o osso de origem, sem sinais de destruição cortical.
Caso 3: Adolescente de 17 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume na parede torácica lateral. A tomografia revela lesão expansiva, insuflativa, multiloculada, predominantemente lítica, com adelgaçamento cortical e múltiplos níveis líquido-líquido em seu interior, sem evidências de metástases.

Com base nas características clínico-radiológicas apresentadas, os diagnósticos mais prováveis dos casos 1, 2 e 3 são, respectivamente,
Paciente de 38 anos, sexo feminino, apresenta epigastralgia há meses, episódios de melena e endoscopia evidenciando úlcera pré-pilórica associada à úlcera em bulbo duodenal. Foram realizadas biópsias do antro gástrico e da borda ulcerada. O achado histopatológico mais compatível com a etiologia das lesões é a presença de 
Paciente de 59 anos, sexo masculino, é submetido à colonoscopia de rastreamento para câncer colorretal. Durante o exame, identifica-se lesão polipoide séssil de 4 mm, localizada no reto. Após cromoendoscopia com magnificação, observa-se padrão de criptas tipo I pela classificação de Kudo, sem áreas suspeitas de invasão. O diagnóstico histológico mais provável dessa lesão é 
Paciente de 74 anos, sexo masculino, procura atendimento por episódios recorrentes de hematoquezia há quatro meses. Refere ter sido submetido à radioterapia pélvica para tratamento de adenocarcinoma de próstata há três anos. Nega dor abdominal, emagrecimento ou alteração do hábito intestinal. A colonoscopia evidencia, no reto, múltiplas telangiectasias difusas, mucosa friável e áreas puntiformes de sangramento espontâneo, sem outras alterações no cólon. O diagnóstico mais provável é