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Menina, 7 anos, apresenta febre há 48 horas, evoluindo com cefaleia frontal, náuseas, vômitos e fotofobia. Ao exame físico, encontra-se em regular estado geral, com rigidez de nuca. Foi submetida à punção lombar, e a avaliação liquórica foi sugestiva de meningoencefalite viral. Diante desse quadro, os seguintes achados laboratoriais são esperados no líquor: 
A hipogamaglobulinemia (ou redução dos níveis de imunoglobulinas séricas) pode ser uma condição transitória ou permanente, congênita ou adquirida. As imunodeficiências primárias, recentemente denominadas erros inatos da imunidade (EII) constituem um diagnóstico diferencial importante em pacientes com hipogamaglobulinemia, especialmente em lactentes, constituindo um sinal de alerta. Sobre a avaliação de hipogamaglobulinemia no lactente, é correto afirmar que
Mulher, 48 anos, procura atendimento médico para investigação do quadro de obesidade. Ao exame físico, chama atenção a presença de estrias violáceas > 1cm, equimoses, hirsutismo e hipertensão. A paciente apresenta um cortisol basal = 1,0 µg/dL (VR = 5 e 25 mcg/dL). Esse resultado indica 
Homem, 58 anos, com queixa de fadiga, constipação e antecedente de nefrolitíase de repetição, apresenta cálcio total = 11,4 mg/dL (VR = 8,6 a 10,2), PTH = 195 (VR =10 a 65 pg/mL); fósforo baixo e calciúria elevada. O diagnóstico mais provável é  
Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral uma semana antes dos sintomas. O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas = 10.000/µL. Não há anemia e os leucócitos estão normais. A hipótese diagnóstica mais provável é