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Paciente de 19 anos com linfonodomegalia cervical, febre, sudorese noturna e perda de peso há 1 ano. Foi realizada biópsia excisional de um linfonodo cervical à esquerda de 3,0 cm. A amostra foi encaminhada para o laboratório de anatomia patológica com a hipótese diagnóstica clínica única de linfoma. O exame macroscópico revelou nódulo encapsulado de tecido pardo e firme-elástico que aos cortes apresentava aspecto multinodular com áreas esbranquiçadas e friáveis. Microscopicamente a arquitetura do linfonodo estava alterada à custa de volumosos agregados confluentes de células epitelioides por vezes constituindo paliçada ao redor de áreas amorfas eosinofílicas grumosas frequentemente contendo restos celulares. Notavam-se também algumas células gigantes multinucleadas. Na periferia eram vistos linfócitos pequenos, com algumas células grandes de permeio.
O processo patológico básico e o diagnóstico que melhor se correlacionam com esse caso são, respectivamente,
Paciente de 45 anos com menometrorragia há 6 meses fez ultrassonografia de abdome que revelou cavidade endometrial irregular e endométrio espesso. A biópsia revelou neoplasia maligna epitelial com diferenciação endometrioide, composta por células colunares com pseudoestratificação nuclear e citoplasma eosinofílico, atipia citológica leve, arquitetura glandular em cerca de 30% da amostra, 60% de áreas sólidas de diferenciação escamosa e 10% de áreas sólidas sem diferenciação escamosa.
Segundo o sistema de graduação da FIGO (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) em 3 graus, é correto afirmar que o carcinoma endometrioide descrito é 
Paciente de 30 anos com atraso menstrual, sangramento vaginal e beta-HCG elevado, realizou ultrassonografia transvaginal, que revelou útero aumentado contendo massa hiperecogênica permeada por múltiplos pequenos cistos, sem evidência de embrião/feto. Foi realizada curetagem, que mostrou vilosidades polipoides ou bulbosas com estroma mixoide hipercelular, cariorrexis proeminente e hiperplasia trofoblástica importante. Não foram identificados tecidos fetais ou hemácias nucleadas. Estudo imunohistoquímico revelou p57 negativo no núcleo dos citotrofoblastos e das células estromais vilositárias.
Os achados descritos permitem o diagnóstico de 
Segundo a IARC-WHO (2024) o linfoma anaplásico de grandes células associado a implante mamário é considerado uma entidade independente, com patogênese distinta, que faz parte do grupo de linfomas anaplásicos de grandes células.
A respeito do linfoma anaplásico de grandes células associado a implante mamário, é correto afirmar que 
Um colega pediu sua opinião em uma revisão de lâminas de um gânglio linfático que teria recebido um laudo de linfadenite crônica granulomatosa. Tratava-se de paciente com 20 anos de idade, história de febre, sudorese noturna, perda de peso e linfonodomegalia cervical e supraclavicular esquerdas há 8 meses. O exame microscópico do linfonodo excisado revelava obscurecimento da arquitetura normal notando-se numerosos linfócitos pequenos, plasmócitos, eosinófilos e histiócitos abundantes que por vezes exibiam morfologia epitelioide e constituíam granulomas. De permeio, eram vistam ocasionais células grandes, binucleadas ou multinucleadas com núcleo volumoso e nucléolo eosinofílico central. O estudo imunohistoquímico solicitado pelo colega revelou CD68 positivo nos histiócitos; CD3 e CD20 negativos nas células grandes e positivos nos linfócitos pequenos do fundo; CD15, CD30, PAX5 e EBV positivos nas células grandes.
Diante do quadro clínico reportado e dos achados observados, você diria ao seu colega que o diagnóstico mais provável é de