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Seu preceptor da residência médica discute com você a conduta para um paciente de 58 anos, obeso, com história de refluxo gastroesofágico há 15 anos em uso irregular de inibidor de bomba de prótons. Indicam uma endoscopia digestiva alta por piora dos sintomas. O exame mostra esofagite de refluxo LA-D cicatrizada e segmento de metaplasia intestinal tipo Barrett de 7 cm, estendendo-se de 30 a 37 cm da arcada dentária, com ilhas de mucosa gástrica no interior. É realizada cromoendoscopia com magnificação que identifica área de 1,5 cm, elevada, com padrão de pit irregular no quadrante anterior, a 32 cm da arcada. As biópsias dirigidas dessa lesão revelam displasia de alto grau. As demais biópsias do segmento de Barrett mostram apenas metaplasia intestinal sem displasia. A tomografia de tórax e abdome não evidencia linfonodomegalias ou metástases. A manometria esofágica é normal.
Considerando o diagnóstico, a extensão da doença e os achados endoscópicos atuais, a conduta mais adequada para esse paciente será 
As cicatrizes hipertróficas, diferentemente dos queloides, contêm principalmente colágeno 
Os osteossarcomas apresentam tipos celulares heterogêneos e os achados imunohistoquímicos também são heterogêneos, mas são importantes no diagnóstico diferencial entre os tumores ósseos de diversas celularidades.
O marcador imunohistoquímico classicamente descrito como altamente sensível e relativamente específico para diferenciação osteoblástica, sendo tipicamente negativo no sarcoma de Ewing, é 
Paciente do sexo masculino, 9 anos de idade, com baixa estatura desproporcionada e história de duas fraturas em ossos longos após traumas de baixa energia, apresenta esclerose óssea generalizada nas radiografias, com preservação do canal medular.
Ao exame, nota-se hipoplasia das clavículas, acro-osteólise das falanges distais da mão e mento pequeno. Não há anemia.
Esse quadro clínico e radiográfico é mais compatível com o diagnóstico de
Mulher de 28 anos procura atendimento na emergência por apresentar, há 24 horas, formigamentos e dormência nos membros inferiores, até a cicatriz umbilical, e dificuldade para urinar. Coloca-se uma sonda vesical de alívio. Refere boa saúde, mas recorda que, há dois anos, teve episódio de dor ocular no olho esquerdo, com embaçamento visual, que não impedia a leitura. Procurou oftalmologista, que nada encontrou de anormal no exame, e indicou um colírio, com recuperação da visão após aproximadamente um mês. Durante a investigação, foi realizada tomografia de coerência óptica (OCT) para avaliar possível comprometimento prévio do nervo óptico.
Dos seguintes achados na OCT, assinale o que é compatível com sequela de neurite óptica