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Um paciente de 62 anos, com antecedente de oclusão isquêmica da veia central da retina há quatro meses, retorna para acompanhamento. Ao exame, apresenta rubeose de íris na margem pupilar, pressão intraocular de 35 mmHg e gonioscopia com ângulo aberto, porém com neovasos que ultrapassam o esporão escleral e se distribuem sobre a malha trabecular.
Sobre o caso, o principal mecanismo responsável pela elevação da pressão intraocular, nessa fase inicial da doença, é a(o)
Um paciente de 72 anos, hipermétrope, com meios oculares transparentes, é submetido a uma facectomia complexa com duração de aproximadamente 90 minutos. No primeiro dia de pós-operatório, apresenta acuidade visual de 20/40. Três dias depois, retorna referindo escotoma central e piora da visão para 20/200.
Ao exame de fundo de olho, observa-se uma lesão amarelada profunda na região macular, com cerca de um diâmetro de disco.
A respeito desse caso, assinale a afirmativa que descreve corretamente a complicação.
Um rapaz leva seu filho de 3 meses para consulta em livre demanda em uma unidade de atenção primária, por estar preocupado com uma “lesão de pele”. Conta que, há uma semana, o filho passou a apresentar lesões difusas que surgiram desde o início com aspecto crostoso e amarelado atrás das orelhas, na testa e em couro cabeludo, sem aparentar prurido associado às lesões ou outros sintomas.

Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta apropriada. 

Mulher cis, parda, 66 anos, queixa-se de corrimento vaginal amarelo-esverdeado, com odor, sem prurido, de início há uma semana. Ela é casada, tem relações sexuais apenas com o marido, com combinado monogâmico, usa estrogênio tópico. Após finalizar a abordagem integral da mulher, a médica constatou, por meio de exame físico ginecológico, um bom trofismo vaginal, especuloscopia com ausência de secreção vindo do cérvice uterino, corrimento homogêneo e fino com fita reagente para ph vaginal > 4,5, whiff test positivo. À microscopia, visualizam-se células epiteliais vaginais de aparência granulosa e limites imprecisos.


O diagnóstico etiológico e o tratamento desse caso são: 

Na rotina de visita ao leito da sua paciente, que está no sexto dia de pós-operatório, de hemicolectomia esquerda para tratamento de diverticulite, quando da inspeção da ferida operatória, observa: dor na incisão, hiperemia que se estende por cerca de 3 cm das bordas da ferida, edema local e drenagem espontânea de secreção purulenta em pequena quantidade.
O exame físico mostra que a paciente está hemodinamicamente estável, sem sinais de peritonite ou sepse e com trânsito intestinal presente.

Considerando o diagnóstico e o tratamento das feridas pósoperatórias, a conduta mais adequada é