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67 Questões de concurso encontradas
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A copeira monta as bandejas conforme o tipo de dieta
prescrita para cada paciente. Conhecer a característica
básica de cada dieta ajuda a evitar trocas que possam
prejudicar o paciente durante a distribuição das
refeições. Relacione a Coluna I ao tipo de dieta e a
Coluna II à sua característica principal:
Coluna I
1. Dieta para diabético
2. Dieta hipossódica
3. Dieta líquida
4. Dieta pastosa/branda
Coluna II
(__) Preparações com redução de sal (sódio).
(__) Alimentos amolecidos, de fácil mastigação e digestão.
(__) Controle de açúcar, com redução de açúcares simples.
(__) Alimentos em consistência líquida, como caldos, sucos coados e chás.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Coluna I
1. Dieta para diabético
2. Dieta hipossódica
3. Dieta líquida
4. Dieta pastosa/branda
Coluna II
(__) Preparações com redução de sal (sódio).
(__) Alimentos amolecidos, de fácil mastigação e digestão.
(__) Controle de açúcar, com redução de açúcares simples.
(__) Alimentos em consistência líquida, como caldos, sucos coados e chás.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Na copa, a copeira recebe da nutricionista o mapa de
dietas com a prescrição de cada paciente. Ao longo da
distribuição, surgem situações que exigem uma decisão
dela sobre manter, ajustar ou comunicar cada caso.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Ao perceber que a bandeja de um paciente foi trocada com a de outro leito, a copeira pode corrigir a troca por conta própria, sem necessidade de informar a equipe, desde que consiga identificar visualmente qual dieta pertence a cada paciente.
II. Diante da recusa de um paciente em consumir a dieta prescrita, a copeira deve comunicar o fato à nutricionista ou à equipe responsável, sem alterar por iniciativa própria o conteúdo da refeição.
III. Ao perceber divergência entre a dieta indicada no mapa e a informação repassada verbalmente por um familiar, a copeira deve seguir a prescrição registrada no mapa e comunicar a divergência à nutricionista para esclarecimento.
Está CORRETO o que se afirma em:
I. Ao perceber que a bandeja de um paciente foi trocada com a de outro leito, a copeira pode corrigir a troca por conta própria, sem necessidade de informar a equipe, desde que consiga identificar visualmente qual dieta pertence a cada paciente.
II. Diante da recusa de um paciente em consumir a dieta prescrita, a copeira deve comunicar o fato à nutricionista ou à equipe responsável, sem alterar por iniciativa própria o conteúdo da refeição.
III. Ao perceber divergência entre a dieta indicada no mapa e a informação repassada verbalmente por um familiar, a copeira deve seguir a prescrição registrada no mapa e comunicar a divergência à nutricionista para esclarecimento.
Está CORRETO o que se afirma em:
No contexto de rotina hospitalar, a prescrição dietética deve
sofrer modificações físicas e químicas para atender às limitações
mecânicas, digestivas ou metabólicas do paciente internado.
Um paciente idoso com disfagia orofaríngea leve a moderada necessita de adaptação na consistência da dieta e dos líquidos.
De acordo com a padronização das dietas hospitalares e considerando a segurança da deglutição (evitando a broncoaspiração), assinale a opção que indica a caracterização correta da dieta e o manejo dos líquidos para este paciente.
Um paciente idoso com disfagia orofaríngea leve a moderada necessita de adaptação na consistência da dieta e dos líquidos.
De acordo com a padronização das dietas hospitalares e considerando a segurança da deglutição (evitando a broncoaspiração), assinale a opção que indica a caracterização correta da dieta e o manejo dos líquidos para este paciente.
As fórmulas para nutrição enteral pediátrica são indicadas quando a dieta habitual não supre as necessidades calóricas ou quando a via oral não é clinicamente viável. Sua produção industrial garante vantagens técnicas relevantes em relação às preparações artesanais, impactando diretamente na segurança e na eficácia da terapia nutricional.
Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeir o : Atheneu,2017.
Acerca das características e indicações das fórmulas para nutrição enteral pediátrica, assinale a alternativa CORRETA.
Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeir o : Atheneu,2017.
Acerca das características e indicações das fórmulas para nutrição enteral pediátrica, assinale a alternativa CORRETA.
No contexto hospitalar, a progressão da dieta oral segue critérios clínicos rigorosos, considerando a tolerância gastrointestinal, o estado nutricional e as condições clínicas de cada paciente. O nutricionista deve dominar as características, indicações e composições de cada modalidade dietética para realizar prescrições seguras e tecnicamente fundamentadas.
Associe cada tipo de dieta oral hospitalar descrito na Coluna I à situação clínica que melhor representa sua indicação na Coluna II.
Coluna I
1.Dieta líquida restrita
2.Dieta líquida
3.Dieta branda
Coluna II
(___) Paciente em fase de reabilitação nutricional pós-internação prolongada por peritonite, com motilidade gastrointestinal restabelecida, capacidade mastigatória preservada e ausência de disfagia, tolerando preparações de consistência modificada, com restrição de preparações flatulentas, gordurosas e com excesso de fibras insolúveis, em progressão prevista para alimentação irrestrita.
(___) Paciente com disfagia orofaríngea moderada secundária a acidente vascular cerebral, com avaliação fonoaudiológica evidenciando capacidade deglutitória preservada para consistências viscosas e homogêneas, cuja prescrição admite preparações como vitaminas.
(___) Paciente em primeiro pós-operatório de cirurgia colorretal com anastomose, com retorno incompleto do trânsito intestinal, cuja prescrição visa proporcionar hidratação e estimulação mínima do lúmen intestinal, sendo o aporte calórico ofertado pela via oral insuficiente para o atendimento das necessidades energéticas totais do paciente.
Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. - Rio de Janeiro : Atheneu,2017.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Associe cada tipo de dieta oral hospitalar descrito na Coluna I à situação clínica que melhor representa sua indicação na Coluna II.
Coluna I
1.Dieta líquida restrita
2.Dieta líquida
3.Dieta branda
Coluna II
(___) Paciente em fase de reabilitação nutricional pós-internação prolongada por peritonite, com motilidade gastrointestinal restabelecida, capacidade mastigatória preservada e ausência de disfagia, tolerando preparações de consistência modificada, com restrição de preparações flatulentas, gordurosas e com excesso de fibras insolúveis, em progressão prevista para alimentação irrestrita.
(___) Paciente com disfagia orofaríngea moderada secundária a acidente vascular cerebral, com avaliação fonoaudiológica evidenciando capacidade deglutitória preservada para consistências viscosas e homogêneas, cuja prescrição admite preparações como vitaminas.
(___) Paciente em primeiro pós-operatório de cirurgia colorretal com anastomose, com retorno incompleto do trânsito intestinal, cuja prescrição visa proporcionar hidratação e estimulação mínima do lúmen intestinal, sendo o aporte calórico ofertado pela via oral insuficiente para o atendimento das necessidades energéticas totais do paciente.
Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. - Rio de Janeiro : Atheneu,2017.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: