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As fórmulas para nutrição enteral pediátrica são indicadas quando a dieta habitual não supre as necessidades calóricas ou quando a via oral não é clinicamente viável. Sua produção industrial garante vantagens técnicas relevantes em relação às preparações artesanais, impactando diretamente na segurança e na eficácia da terapia nutricional.

Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. -Rio de Janeir o : Atheneu,2017.

Acerca das características e indicações das fórmulas para nutrição enteral pediátrica, assinale a alternativa CORRETA.
No contexto hospitalar, a progressão da dieta oral segue critérios clínicos rigorosos, considerando a tolerância gastrointestinal, o estado nutricional e as condições clínicas de cada paciente. O nutricionista deve dominar as características, indicações e composições de cada modalidade dietética para realizar prescrições seguras e tecnicamente fundamentadas.
Associe cada tipo de dieta oral hospitalar descrito na Coluna I à situação clínica que melhor representa sua indicação na Coluna II.

Coluna I

1.Dieta líquida restrita
2.Dieta líquida
3.Dieta branda

Coluna II

(___) Paciente em fase de reabilitação nutricional pós-internação prolongada por peritonite, com motilidade gastrointestinal restabelecida, capacidade mastigatória preservada e ausência de disfagia, tolerando preparações de consistência modificada, com restrição de preparações flatulentas, gordurosas e com excesso de fibras insolúveis, em progressão prevista para alimentação irrestrita.
(___) Paciente com disfagia orofaríngea moderada secundária a acidente vascular cerebral, com avaliação fonoaudiológica evidenciando capacidade deglutitória preservada para consistências viscosas e homogêneas, cuja prescrição admite preparações como vitaminas.
(___) Paciente em primeiro pós-operatório de cirurgia colorretal com anastomose, com retorno incompleto do trânsito intestinal, cuja prescrição visa proporcionar hidratação e estimulação mínima do lúmen intestinal, sendo o aporte calórico ofertado pela via oral insuficiente para o atendimento das necessidades energéticas totais do paciente.

Fonte: Waitzberg, Dan L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica / Dan L. Waitzberg. -- 5. ed. - Rio de Janeiro : Atheneu,2017.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
A seleção de fórmula infantil pode ser entendida como a decisão técnica voltada à indicação de fórmulas especiais para manejo de condições clínicas específicas. A esse respeito, marque a alternativa correta.
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Paciente do sexo feminino,24 anos, trabalha no comércio, permanecendo longos períodos em pé. Apresentou episódios recorrentes de infecção urinária e evoluiu com redução importante do volume urinário, retenção hídrica, fadiga, dispneia e dor lombar intensa. Após avaliação médica e exames laboratoriais, foi diagnosticada com Lesão Renal Aguda (LRA), sem indicação de terapia dialítica no momento. Foi encaminhada para internação hospitalar e solicitada orientação nutricional até recuperação da função renal.
Considerando a dietoterapia na LRA não dialítica, a conduta correta nesse caso é
No acompanhamento nutricional hospitalar, um paciente com inflamação em atividade pode apresentar anemia com perfil de ferro que confunde a leitura inicial. A combinação de achados que aponta para anemia da inflamação, com estoque de ferro preservado, é:
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