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Com relação aos cuidados de enfermagem ao paciente em uso de sonda nasoenteral de pequeno diâmetro para nutrição enteral, é correto afirmar que:
As sondas Lanz e Carlens são para uso: 
A terapia nutricional enteral e parenteral requer cuidados de administração, monitorização e prevenção de complicações. Registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A cabeceira elevada entre trinta e quarenta e cinco graus durante a dieta enteral reduz o risco de broncoaspiração.
(__)A nutrição parenteral total é infundida, preferencialmente, por acesso venoso periférico, devido à sua baixa osmolaridade.
(__)A verificação de volume residual gástrico elevado indica a aceleração imediata do gotejamento da dieta enteral.
(__)A lavagem da sonda enteral com água antes e após a administração de medicamentos previne a sua obstrução.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo. 
Durante a rotina de cuidados, o cuidador poderá prestar auxílio à pessoa cuidada em diferentes situações do cotidiano. Em relação aos cuidados durante a alimentação, assinale a alternativa correta.
Um paciente de 82 anos, internado por acidente vascular cerebral isquêmico, apresenta disfagia grave e prescrição de terapia nutricional enteral por sonda nasoenteral, com posicionamento pós-pilórico.
A Enfermeira realizou a passagem da sonda às cegas, à beiraleito. Durante a inserção, o paciente apresentou tosse breve, sem queda de saturação. Após a passagem, a equipe obteve pequena quantidade de aspirado pela sonda, com pH 6,5. A ausculta epigástrica após insuflação de ar é audível. A radiografia solicitada para confirmação do posicionamento ainda não foi realizada.
Considerando os testes para avaliação do posicionamento de sonda nasoenteral passada às cegas e a segurança do paciente, analise as afirmativas a seguir.
I. Antes do primeiro uso da sonda nasoenteral passada às cegas, a confirmação radiológica do trajeto e da localização da extremidade distal é o método de referência, especialmente quando se pretende posicionamento pós-pilórico.
II. A ausculta epigástrica após insuflação de ar, mesmo quando associada à ausência de tosse persistente ou dessaturação, não é suficiente para confirmar o posicionamento enteral seguro da sonda.
III. A mensuração do pH do aspirado e a capnografia/detector colorimétrico de CO? podem auxiliar a avaliação inicial, mas não confirmam isoladamente a localização enteral final nem autorizam, sem confirmação adequada, o início da dieta em sonda com objetivo pós-pilórico.

Está correto o que se afirma em