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Em uma aula sobre questões de gênero no Ensino Médio, a professora de Filosofia realizou a leitura do
texto a seguir.
A violência de gênero é um dos fatores relacionados à persistente desigualdade de gênero nos cursos e departamentos de Filosofia do país. Em seu compromisso de lutar contra o preconceito acadêmico, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta à comunidade filosófica brasileira este protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Violência de gênero designa uma ou várias condutas que incorrem em injustiça no tratamento de pessoas em função do gênero. Esta injustiça não se define apenas no âmbito do direito positivo em vigor no país, mas também na dimensão moral e afetiva das relações profissionais dentro das instituições, entre agentes adultos e responsáveis. Trata-se, no ambiente acadêmico, de práticas de vilipêndio intelectual, desrespeito profissional, deslegitimação de discurso, agressão psicológica e de cunho sexual, motivadas por discriminação de gênero.
Protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, 2003.
Nessa situação, a partir da leitura do texto, espera-se que os estudantes compreendam como
A violência de gênero é um dos fatores relacionados à persistente desigualdade de gênero nos cursos e departamentos de Filosofia do país. Em seu compromisso de lutar contra o preconceito acadêmico, a Rede Brasileira de Mulheres Filósofas apresenta à comunidade filosófica brasileira este protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Violência de gênero designa uma ou várias condutas que incorrem em injustiça no tratamento de pessoas em função do gênero. Esta injustiça não se define apenas no âmbito do direito positivo em vigor no país, mas também na dimensão moral e afetiva das relações profissionais dentro das instituições, entre agentes adultos e responsáveis. Trata-se, no ambiente acadêmico, de práticas de vilipêndio intelectual, desrespeito profissional, deslegitimação de discurso, agressão psicológica e de cunho sexual, motivadas por discriminação de gênero.
Protocolo de enfrentamento da violência de gênero. Rede Brasileira de Mulheres Filósofas, 2003.
Nessa situação, a partir da leitura do texto, espera-se que os estudantes compreendam como
Há três grandes formas de um indivíduo ser um excluído digital. Primeiro, não ter acesso à rede de computadores.
Segundo, ter acesso ao sistema de comunicação, mas com uma capacidade técnica muito baixa. Terceiro —
que, para mim, é a mais importante forma de ser excluído e aquela de que menos se fala —, estar conectado
à rede e não saber qual acesso usar, qual informação buscar, como combinar uma informação com outra e
como utilizá-la para a vida. Esta é a mais grave forma porque amplia e aprofunda a exclusão mais séria de toda
a história; é a exclusão da educação e da cultura, porque o mundo digital se incrementa extraordinariamente.
CASTELLS, M. O caos e o progresso. 2005. Entrevistadora: Keli lynn Boop. Extra Classe. Disponível em: https://www.extraclasse.org.br/geral/2005/03/o-caos-e-o-progresso/. Acesso em: 24 maio 2024 (adaptado).
Uma professora de Sociologia de uma turma do Ensino Médio pediu aos seus alunos que realizassem uma pesquisa sobre direitos civis, sociais e políticos e escrevessem um texto sobre o assunto. Contudo, após receber os trabalhos produzidos, a docente observou que muitos dos alunos haviam entregado textos integralmente copiados de uma mesma página da Internet.
Considerando-se a situação e o texto apresentados, uma maneira adequada de a professora abordar o problema em questão seria
CASTELLS, M. O caos e o progresso. 2005. Entrevistadora: Keli lynn Boop. Extra Classe. Disponível em: https://www.extraclasse.org.br/geral/2005/03/o-caos-e-o-progresso/. Acesso em: 24 maio 2024 (adaptado).
Uma professora de Sociologia de uma turma do Ensino Médio pediu aos seus alunos que realizassem uma pesquisa sobre direitos civis, sociais e políticos e escrevessem um texto sobre o assunto. Contudo, após receber os trabalhos produzidos, a docente observou que muitos dos alunos haviam entregado textos integralmente copiados de uma mesma página da Internet.
Considerando-se a situação e o texto apresentados, uma maneira adequada de a professora abordar o problema em questão seria
No currículo de uma escola de Educação Básica, a temática da diversidade de gênero, da sexualidade e
dos direitos humanos foi proposta como tema a ser tratado em um bimestre nas aulas de Sociologia. Para
introduzir o assunto, a professora dessa disciplina apresentou, na primeira aula, uma discussão sobre
gênero e sexualidade, com ênfase nos padrões sociais. Com essa estratégia, os educandos foram levados
a conhecer alguns aspectos conceituais e históricos sobre os processos de normatização e violências
experienciadas pela população LGBTQIAPN+ no Brasil, o que contribuiu para a compreensão da importância
do reconhecimento da diversidade sexual e de gênero como parte do pleno desenvolvimento da cidadania
e da garantia dos direitos humanos.
Nessa situação, a partir da aula conduzida pela professora, é esperado que os estudantes compreendam que
Nessa situação, a partir da aula conduzida pela professora, é esperado que os estudantes compreendam que
Desde a internacionalização, em 2006, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência pela
ONU, há uma tendência globalizante de enquadrar a deficiência como característica multiforme de um
grupo populacional socialmente minoritário. O Brasil incorporou a Convenção da ONU no ano de 2008
e promulgou a Lei Brasileira da Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) em 2015. Com a ratificação e
introdução da Convenção como norma constitucional, tem-se redimensionado a forma como se lida com
os direitos das pessoas com deficiência. As principais dimensões dessa diretriz jurídico-administrativa são
uma absorção da definição biopsicossocial e a demarcação de uma discriminação específica por motivo
da deficiência, que passa a ser, posteriormente, nomeada como capacitismo.
MELLO, A. G. de; AYDOS, V.; SCHUCH, P. Aleijar as antropologias a partir das mediações da deficiência. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 64, p. 16, set. 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index. php/horizontesantropologicos/issue/view/4537/1259. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).
Com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiência, um docente de Sociologia no Ensino Médio pode usar as informações do texto apresentado para elaborar estratégias educacionais que identifiquem a
MELLO, A. G. de; AYDOS, V.; SCHUCH, P. Aleijar as antropologias a partir das mediações da deficiência. Horizontes Antropológicos, v. 28, n. 64, p. 16, set. 2022. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index. php/horizontesantropologicos/issue/view/4537/1259. Acesso em: 10 maio 2024 (adaptado).
Com o objetivo de promover a inclusão de pessoas com deficiência, um docente de Sociologia no Ensino Médio pode usar as informações do texto apresentado para elaborar estratégias educacionais que identifiquem a
Em uma visita técnica à Casa da Memória Transxingu, fundada em 2017, no município de Altamira, os alunos
da rede estadual de ensino depararam-se com uma situação curiosa: a escassez de registros históricos
relacionados às transformações negativas sofridas pela população altamirense como consequência da
construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os estudantes relataram, entre outras coisas, vivências
pessoais e familiares relacionadas a prejuízos econômicos, perda da ligação com a natureza e com o rio,
caráter compulsório de deslocamentos para os reassentamentos urbanos coletivos e até mesmo problemas
psicológicos entre os seus parentes.
A partir dessa situação, assinale a opção que contém uma explicação para a crítica dos estudantes.
A partir dessa situação, assinale a opção que contém uma explicação para a crítica dos estudantes.