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A atuação precoce do fonoaudiólogo na UTI neonatal é fundamental para o prognóstico do bebê e é regulamentada por resoluções do Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa), que definem as atribuições e a integração deste profissional na equipe de terapia intensiva. Em relação à motricidade oral, de acordo com a CFFa dentre as atribuições do fonoaudiólogo na UTI neonatal destaca-se  
O processo da deglutição é uma parte essencial do processo digestivo. O alimento é primeiramente ingerido, quando é levado à boca, e então é quebrado pela mastigação, movimentos da língua, saliva e dentes até se tornar o bolus ou bolo alimentar, uma massa macia. Quanto as fases de deglutição é correto afirmar que:
Em interconsulta hospitalar, a fonoaudióloga é acionada para avaliar um paciente adulto, em pós-operatório de procedimento neurológico, que apresenta tosse durante a deglutição de líquidos finos, voz molhada após a ingestão e dificuldade no início da fase oral da deglutição. Sobre a disfagia orofaríngea e a abordagem fonoaudiológica nesse contexto, assinale a alternativa correta. 

No manejo de disfagia orofaríngea neurogênica em adultos, o fonoaudiólogo pode indicar a manobra postural de cabeça denominada de “queixo para baixo” pedindo ao paciente que abaixe o queixo em direção ao peito antes de deglutir, conferindo se há correto selamento labial.



Tal posicionamento de cabeça causa uma acomodação miofuncional de estreitamento da região supraglótica e aumento do espaço valecular e tem por objetivo: 

Considere a fisiologia da deglutição em fase oral, faríngea e esofágica para responder esta questão sobre senescência. Com o envelhecimento ocorre redução da sensibilidade tátil, térmica e gustativa da cavidade oral, interferindo na formação do bolo alimentar e no tempo de resposta motora para a deglutição.



Nesse sentido, no envelhecimento, podem ocorrer alterações nas fases oral e faríngea da deglutição, tais como: