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Os exames para avaliação da disfagia são fundamentais para identificar em qual fase da deglutição (oral, faríngea ou esofágica) ocorre a falha, guiar a conduta terapêutica e prevenir riscos de aspiração. O exame de raio X contínuo, considerado padrão-ouro para a avaliação de todas as fases da deglutição de forma dinâmica é o chamado:
Alterações nas estruturas do sistema estomatognático podem afetar uma ou mais fases do processo de deglutição, contribuindo para o desenvolvimento da disfagia. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA: 
Assinale a alternativa que se refere aos nervos cranianos que atuam durante a mastigação para manter o alimento ou o líquido na cavidade oral, por meio do vedamento labial e coordenação dos movimentos da língua, evitando o escape extraoral:
O fonoaudiólogo que atua em disfagia, deve ser capaz de identificar e avaliar a qualidade vocal e a integridade do sistema estomatognático, pois mudanças na voz podem sinalizar problemas de deglutição. É possível apresentar uma incoordenação entre a deglutição e a proteção das vias aéreas inferiores, ocorrendo uma penetração laríngea, gerado uma qualidade vocal alterada. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a nenhuma dessas alterações vocais:
A disfunção velofaríngea (DVF) pode desencadear alterações na sucção, na deglutição e na fonoarticulação. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:

I - As alterações passivas da DVF (anteriormente chamadas de distúrbios obrigatórios da DVF) são a hipernasalidade, a fraca pressão intraoral e a emissão de ar nasal durante a fala.
II - A DVF pode causar erros articulatórios ativos, que são erros de aprendizagem ocasionados pela tentativa de bloquear o escape aéreo e do som para a cavidade nasal durante a fala.
III - Na deglutição, além da diminuição da pressão intraoral que prejudica a ejeção do bolo alimentar para a faringe, a DVF pode causar refluxo de alimentos para a cavidade nasal.