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No campo da esfera privada dos indivíduos, mesmo havendo divergências, há consensos morais que valorizam ações generosas, leais, corajosas e humildes, entre outras. No campo da esfera pública, no entanto, parece que a prática dessas virtudes fundamentais não garante a retidão da conduta dos agentes responsáveis por decisões políticas. Por exemplo, o que fazer se a lealdade a um amigo é incompatível com um dever público ou quando uma decisão política a favor do bem comum acaba por prejudicar alguém da própria família?

Considerando as dificuldades de conciliar conduta virtuosa e dever cívico dos agentes públicos, assinale a alternativa correta.
O conceito de “poder” é fundamental para pensar a política. 
Frequentadores que caminharam pelo Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, se depararam com a frase “Exu te ama” em uma das paredes do local, conforme a imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

A intervenção era parte da exposição “Festa, Baia, Gira, Cura”, lançada pelo Museu da Cultura Cearense (MCC) no dia 30 de setembro de 2023, em homenagem à cultura de terreiros de Umbanda e Candomblé na história religiosa do estado. Em 11 de outubro, uma deputada da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará solicitou a remoção imediata da frase ou a inclusão de inscrições de todas as igrejas cristãs no espaço. No requerimento, a deputada alegou:
A título de exercício democrático do direito religioso, a inscrição, paradoxalmente, configura uma iniciativa agressiva aos valores de uma maioria cristã que tolera a existência de minorias defensoras de credos notoriamente pautados por devoções a entidades esdrúxulas.

Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/. Acesso em: 19 ago. 2024 (adaptado).

Partindo-se da análise da situação apresentada, verifica-se que a expressão da intolerância religiosa
Ao refletir sobre as origens do totalitarismo e a banalidade do mal, Hannah Arendt desloca a análise do mal como monstruosidade moral para compreendê-lo em termos de ausência de pensamento. Nesse sentido, o que melhor caracteriza, segundo Arendt, o agente da banalidade do mal?
É um imperativo trabalhar a favor da “inclusão eletrônica”, entendido como o acesso às tecnologias e a adaptação às necessidades dos grupos mais vulneráveis. Para isso, é necessário escolher em cada caso a tecnologia mais adequada às necessidades locais, fornecer uma tecnologia economicamente acessível aos usuários, promover a sua utilização preservando a identidade sociocultural e promovendo a integração dos grupos com risco de exclusão.
(Eva Maria Lakatos e Marina de Andrade Marconi. Sociologia geral, 1999)

No excerto são sugeridas políticas de inclusão digital, as quais consistem em