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O Diabetes mellitustipo 2 afeta a qualidade e o estilo de vida dos seus portadores. Estudos sugerem que os acometidos pela doença podem ter uma redução de quinze ou mais anos de vida, com a grande maioria morrendo em decorrência das complicações cardiovasculares. Diante desta realidade, há a necessidade de maior atenção no tocante às estratégias de prevenção, sobretudo para as populações de maior risco de desenvolvimento da doença. Para os portadores, mudanças comportamentais e tratamento farmacológico, quando necessário, são importantes fatores que contribuem para a melhoria da qualidade de vida desta população. Diante deste contexto, os fatores de risco modificáveis devem ser alvo de intervenção. São considerados fatores de risco modificáveis para o Diabetes mellitus tipo 2, EXCETO:
Em algumas situações é necessário fazer a medida da pressão arterial nos membros inferiores. Quando o manguito é posicionado na panturrilha do paciente, este deve ser posicionado em:
Alguns fatores de risco são alvos de intervenção para o controle da hipertensão arterial, dentre eles está o consumo de bebidas alcóolicas. De acordo com as atuais recomendações da Sociedade Brasileira de Cardiologia, para os indivíduos que consomem bebidas alcoólicas e para que tenham redução na pressão arterial, a ingestão diária de álcool não deve ultrapassar
Algumas complicações agudas da diabetes mellitus requerem ação imediata, da pessoa, da família ou dos amigos e do Serviço de Saúde, entre elas a hipoglicemia, definida por valores da glicemia casual inferior a
O Diabetes mellitus (DM) é um importante e crescente problema de saúde pública em todo o mundo. Para o controle do DM tipo 2, um dos objetivos principais do tratamento é manter o bom controle metabólico, promovendo com essa ação a redução das complicações micro e macrovasculares.


Quanto ao controle gicêmico, que é fundamental para o controle metabólico, analise as afirmativas abaixo:


I. A adoção de hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, moderação no uso de álcool e abandono do tabagismo, acrescido ou não do tratamento farmacológico, são preditivos de um bom controle glicêmico.

II. As glicemias de jejum, pré-prandial (antes das refeições), pós-prandial (após as refeições) e hemoglobina glicada (HbA1c), que, em princípio, avaliam o padrão glicêmico dos últimos 6 meses, auxiliam o monitoramento do controle glicêmico.

III. Os indivíduos que desenvolvem Diabetes mellitus tipo 2 acima de 65 anos, devem ter um controle glicêmico menos rígido, uma vez que desenvolvem uma menor possibilidade de complicações.

IV. As glicemias devem ser utilizadas como parâmetro para o monitoramento e orientação do ajuste da dose da medicação utilizada pelo paciente, uma vez que a referência do resultado aponta os momentos em que pode haver falta ou excesso da sua ação.


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