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Homem de 57 anos, com espondiloartrite axial radiográfica há 24
anos, encontra-se em acompanhamento ambulatorial. Apresenta
limitação importante da mobilidade lombar e radiografias
recentes demonstram múltiplos sindesmófitos lombares, alguns
formando pontes ósseas. Não utiliza glicocorticoides. Nega
fraturas conhecidas, mas refere redução de 4 cm na estatura em
relação ao início da vida adulta e episódio recente de dor torácica
posterior após levantar uma caixa, com melhora progressiva em
duas semanas.
A densitometria óssea por dupla emissão de raios X mostra Tscore de +0,1 na coluna lombar anteroposterior, ?2,3 no colo do fêmur e ?2,1 no quadril total. Cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, creatinina e 25-hidroxivitamina D estão dentro dos respectivos intervalos de referência.
Considerando a espondiloartrite axial de longa duração e as limitações da avaliação densitométrica nesse contexto, assinale a opção que apresenta a interpretação e a conduta mais adequadas.
A densitometria óssea por dupla emissão de raios X mostra Tscore de +0,1 na coluna lombar anteroposterior, ?2,3 no colo do fêmur e ?2,1 no quadril total. Cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, creatinina e 25-hidroxivitamina D estão dentro dos respectivos intervalos de referência.
Considerando a espondiloartrite axial de longa duração e as limitações da avaliação densitométrica nesse contexto, assinale a opção que apresenta a interpretação e a conduta mais adequadas.
Mulher de 59 anos, com esclerose sistêmica cutânea limitada
diagnosticada há 11 anos, anticorpo anticentrômero positivo, é
avaliada por dispneia progressiva aos esforços há seis meses.
Nega febre, tosse produtiva ou dor torácica. Ao exame, apresenta
telangiectasias, esclerodactilia e hiperfonese de P2, sem
estertores pulmonares ou edema periférico.
A prova de função pulmonar mostra capacidade vital forçada de 91% do previsto e capacidade de difusão do monóxido de carbono de 42% do previsto. Tomografia computadorizada de tórax de alta resolução demonstra discretas alterações intersticiais basais, envolvendo menos de 10% do parênquima pulmonar. O ecocardiograma revela função sistólica preservada do ventrículo esquerdo, ausência de valvopatia significativa e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 52 mmHg.
Considerando as possíveis causas de dispneia e hipertensão pulmonar na esclerose sistêmica, assinale a próxima conduta mais adequada.
A prova de função pulmonar mostra capacidade vital forçada de 91% do previsto e capacidade de difusão do monóxido de carbono de 42% do previsto. Tomografia computadorizada de tórax de alta resolução demonstra discretas alterações intersticiais basais, envolvendo menos de 10% do parênquima pulmonar. O ecocardiograma revela função sistólica preservada do ventrículo esquerdo, ausência de valvopatia significativa e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 52 mmHg.
Considerando as possíveis causas de dispneia e hipertensão pulmonar na esclerose sistêmica, assinale a próxima conduta mais adequada.
Menina de 12 anos, com artrite idiopática juvenil em uso
prolongado de glicocorticoide sistêmico, apresenta duas fraturas
de antebraço após traumas de baixa energia nos últimos 18
meses. A equipe solicita densitometria óssea por dupla emissão
de raios X para avaliação da saúde óssea.
Em relação à interpretação da densitometria dessa paciente, assinale a afirmativa correta.
Em relação à interpretação da densitometria dessa paciente, assinale a afirmativa correta.
Paciente de 34 anos, sexo feminino, com diagnóstico de lúpus
eritematoso sistêmico (LES) há dois anos, em uso regular de
hidroxicloroquina 400 mg/dia e prednisona 5 mg/dia (sem
qualquer alteração terapêutica há 8 meses), é trazida à clínica da
família pelo marido. Ele refere que, há aproximadamente uma
semana, ela tem dormido apenas duas horas por noite, mas não
demonstra cansaço, apresenta humor eufórico, fala acelerada,
ideias de grandiosidade (afirma ter “descoberto a cura para o
lúpus”) e aumento dos gastos financeiros por impulso.
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
Uma paciente de 38 anos de idade tem artralgia simétrica de
pequenas articulações, há 6 meses, acompanhada de dispneia
aos esforços. Ausculta pulmonar com estertores creptantes do
tipo
“velcro”
nas bases pulmonares. A tomografia
computadorizada de alta resolução de tórax (TCAR) mostra
espessamento de septos interlobulares e opacidade em vidro
fosco que predominam nos lobos inferiores e periferia,
compatível com padrão de pneumonia intersticial não
especificada (PINE). Os exames laboratoriais revelam fator
reumatoide fortemente positivo.
Assinale a opção que apresenta o mecanismo patogênico
predominante dessa alteração intersticial secundária e a
respectiva terapia de escolha inicial.