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Adolescente, 13 anos, sexo feminino, é internada com dor torácica. Exames de imagem realizados evidenciam derrame pleural. Ela mora com a avó materna e nega contato com indivíduos com tosse crônica. Ao exame: emagrecida, com hiperemia bilateral na região malar.

Apresenta dentes em bom estado de conservação, mas notam-se algumas lesões ulceradas na boca. 

Corrobora com a principal hipótese diagnóstica a presença de:
Paciente de 45 anos, sexo feminino, natural e residente em Poços de Caldas (MG), com diagnóstico de Lupus Eritematoso Sistêmico é trazida por familiares para atendimento médico em serviço de emergência com quadro de confusão mental e febre há três dias. A paciente teve alta hospitalar há uma semana, quando esteve internada por exacerbação da doença com nefrite lúpica, tendo feito uso de corticoide, micofenolato e ciclofosfamida na internação, com prescrição de alta com dose de manutenção de micofenolato.

Ao exame físico, apresenta-se com PA 80x40 mmHg, FC 130 bpm, TAX 39 °C e SpO2 88%; aparelho respiratório com estertoração em terço médio esquerdo e terço superior direito; aparelho cardiovascular com bulhas normofonéticas, sem sopros; abdome sem visceromegalias, presença de púrpura periumbilical; rigidez de nuca presente. Realizada tomografia de crânio seguida de punção lombar que evidenciou presença de celularidade aumentada (400 células com predomínio polimorfonuclear), proteinorraquia aumentada e hipoglicorraquia. À bacterioscopia, evidenciados bacilos Gram-negativos.

Diante do quadro exposto, a complicação infecciosa observada poderia ter sido evitada por
Uma paciente de 28 anos apresenta, há quatro meses, pápulas eritematovioláceas descamativas sobre as articulações metacarpofalangeanas, eritema heliotrópo e fotossensibilidade. Há duas semanas, evoluiu com fenômeno de Raynaud, esclerodactilia até os punhos, dispneia aos médios esforços e artralgia simétrica.

Os exames laboratoriais revelam fator reumatoide positivo e anticorpo antinuclear (ANA) reagente com padrão pontilhado grosso em altos títulos. A pesquisa de anticorpos específicos demonstra positividade em altos títulos para anti-U1RNP, com resultados negativos para anti-Sm, anti-dsDNA e anti-Ro/SSA.

O quadro clínico e o perfil sorológico estruturam o diagnóstico de 
Uma paciente de 38 anos de idade tem artralgia simétrica de pequenas articulações, há 6 meses, acompanhada de dispneia aos esforços. Ausculta pulmonar com estertores creptantes do tipo “velcro” nas bases pulmonares. A tomografia computadorizada de alta resolução de tórax (TCAR) mostra espessamento de septos interlobulares e opacidade em vidro fosco que predominam nos lobos inferiores e periferia, compatível com padrão de pneumonia intersticial não especificada (PINE). Os exames laboratoriais revelam fator reumatoide fortemente positivo.

Assinale a opção que apresenta o mecanismo patogênico predominante dessa alteração intersticial secundária e a respectiva terapia de escolha inicial.
Adolescente, 13 anos, sexo feminino, é internada com dor torácica. Exames de imagem realizados evidenciam derrame pleural. Ela mora com a avó materna e nega contato com indivíduos com tosse crônica. Ao exame: emagrecida, com hiperemia bilateral na região malar. Apresenta dentes em bom estado de conservação, mas notam-se algumas lesões ulceradas na boca. Corrobora com a principal hipótese diagnóstica a presença de: