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Mulher de 28 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico há 3 anos, faz uso de hidroxicloroquina. Apresenta proteinúria de 2 g/24h, creatinina sérica de 1,6 mg/dL (prévia 0,8), sedimento urinário com cilindros hemáticos. Sorologias: FAN positivo, antiDNA dupla-hélice positivo, complemento baixo. Qual é a melhor conduta neste momento?
Escolar de 9 anos apresenta febre há 5 dias, artrite em grandes articulações de caráter migratório e lesões eritematosas em tronco. Exame físico: sopro sistólico em foco mitral. ASLO aumentado.

O diagnóstico mais provável é
Adolescente do sexo feminino é trazida à emergência com febre, artralgia em grandes articulações e cansaço aos esforços. Ao exame físico, apresenta sopro cardíaco (sem história prévia) e sinais inflamatórios em joelhos e tornozelos. Exames laboratoriais mostram PCR e VHS elevados, além de título aumentado de ASLO.

Considerando os critérios revisados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2004, a categoria diagnóstica dessa adolescente é 
Mulher de 42 anos apresenta fraqueza muscular proximal simétrica em cinturas escapular e pélvica, de instalação subaguda há 3 meses, acompanhada de disfagia para sólidos. Ao exame físico, dificuldade para se levantar da cadeira sem apoio. Exames laboratoriais: CPK 4.800 U/L (VN < 170), aldolase elevada, FAN positivo.

O diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada são:
Escolar de 9 anos apresenta febre há 5 dias, artrite em grandes articulações de caráter migratório e lesões eritematosas em tronco. Exame físico: sopro sistólico em foco mitral. ASLO aumentado.

O diagnóstico mais provável é