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É comum que o profissional de saúde que atende ao trabalhador tenha muita dificuldade para conseguir as informações necessárias para completar o diagnóstico. Nesses casos, a estimativa da exposição aos fatores de risco pode ser feita por meio da identificação das tarefas mais frequentes, das exigências em termos de esforço físico, posturas, gestos e movimentos, descrição de produtos usados, com respectivas quantidades e tempo de uso, presença ou não de cheiros e/ou interferências em atividades, intensidade e formas de controle de ritmos de trabalho, interações existentes com outras tarefas, imprevistos e incidentes que podem aumentar as exposições, dados do ambiente físico, como tipo de instalação, layout, contaminação por contiguidade, ruído, emanações, produtos intermediários, ventilação, medidas de proteção coletivas e individuais. Entre as principais dificuldades para o estabelecimento do nexo ou da relação trabalho-doença está
Ao examinar um trabalhador com dor no ombro que se exacerba no período noturno e de início na parte posterior do ombro, o médico do trabalho da PM-GO deve suspeitar de
Médico do trabalho da PM-GO, ao atender um trabalhador com queixa de dor no cotovelo direito, suspeita de epicondilite lateral. Para confirmar esse diagnóstico, é correto afirmar que

Você é médico do trabalho da PM-GO e atende trabalhador queixando-se de perda auditiva. Ao solicitar audiometria para avaliar se há perda auditiva, deve ser recomendado um período de repouso acústico de

Trabalhador que atua em local com ruído foi avaliado por médico do trabalho da PM-GO com queixa de zumbido, irritabilidade, cefaleia e insônia. Para considerar como perda auditiva induzida por ruído (PAIR), a perda tem seu início e predomínio nas frequências de