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Mulher de 31 anos refere lombalgia há 18 meses, de início insidioso, com piora durante o repouso, despertares noturnos por dor e melhora ao se levantar e caminhar. Relata episódio de uveíte anterior confirmado por oftalmologista há dois anos. Ao exame, não apresenta déficit neurológico nem limitação importante da mobilidade lombar. A proteína C reativa é normal e a pesquisa do HLA-B27 é negativa. Radiografia das articulações sacroilíacas não demonstra sacroiliíte definida

Diante da persistência da suspeita clínica de espondiloartrite axial, assinale a próxima etapa mais adequada da investigação.
Menino de 11 anos, com artrite idiopática juvenil sistêmica de evolução crônica, apresenta períodos recorrentes de atividade inflamatória desde os 6 anos de idade. Nos últimos dois anos, houve redução da velocidade de crescimento e afastamento progressivo de atividades físicas. A curva de crescimento mostra queda de dois percentis de estatura, sem história familiar de baixa estatura. O desenvolvimento puberal ainda não se iniciou. Não apresenta fraturas prévias.

Considerando a relação entre doença inflamatória crônica, crescimento e aquisição de massa óssea durante a infância e a adolescência, assinale a conduta mais adequada.
Mulher de 45 anos, com síndrome de Sjögren primária há quatro anos, procura atendimento por fadiga diária há cerca de nove meses, com dificuldade para manter suas atividades profissionais e habituais. Refere xerostomia e xeroftalmia sem piora recente. Nega febre, perda ponderal, artrite, aumento de glândulas salivares ou outros sintomas novos. Hemograma e função tireoidiana estão normais, e não há elementos clínicos ou laboratoriais sugestivos de aumento da atividade sistêmica da doença. Ao detalhar a história, relata sono pouco reparador, dor musculoesquelética intermitente e redução progressiva da atividade física.

Considerando a fadiga crônica na síndrome de Sjögren, assinale a abordagem inicial mais adequada.
Mulher de 49 anos, com esclerose sistêmica há oito anos, apresenta distensão abdominal recorrente, episódios de diarreia e perda de 8 kg no último ano. O índice de massa corporal é de 17,4 kg/m². A investigação clínica demonstra dismotilidade intestinal associada à doença, com evidências de má absorção. Os exames laboratoriais mostram albumina discretamente reduzida e concentração sérica diminuída de 25-hidroxivitamina D. A paciente não utiliza glicocorticoides e não apresenta história prévia de fratura.

Considerando de forma integrada as manifestações gastrointestinais da esclerose sistêmica e seus possíveis efeitos sobre a saúde óssea, assinale a conduta mais adequada. 
Mulher de 32 anos, com lúpus eritematoso sistêmico há seis anos, está em uso de prednisona há aproximadamente 18 meses, atualmente na dose de 7,5 mg/dia. Apresenta baixa exposição solar por fotossensibilidade e refere queda da própria altura há duas semanas, evoluindo com fratura do rádio distal. Não havia história prévia de trauma de alta energia. A dosagem sérica de 25-hidroxivitamina D encontra-se reduzida.

Considerando a idade da paciente, a exposição ao glicocorticoide, a fratura e a deficiência de vitamina D, assinale a conduta mais adequada.