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Escolar, 7 anos, sexo masculino, é levado ao pronto-socorro por
conta de dor e limitação importante do movimento. Sua mãe
nega trauma, embora seja notado aumento significativo do
joelho direito em relação ao esquerdo. O início do quadro foi há
mais de uma semana, com dor e aumento do volume do punho
direito, já em fase de melhora. Quando perguntada, a mãe
recorda que o paciente apresentou, há uns 20 dias, dor-degarganta, febre alta e pontos vermelhos na parte interna superior
da boca, que melhoraram após dois dias de antibiótico, não
utilizado pelo tempo total prescrito.
Ao exame: REG. Febril (TAX = 38,5 oC), com face de dor, sem conseguir deambular adequadamente.
Com relação à principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
Ao exame: REG. Febril (TAX = 38,5 oC), com face de dor, sem conseguir deambular adequadamente.
Com relação à principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
Paciente do sexo feminino, 22 anos de idade, sem comorbidades,
apresentou síndrome isquêmica aguda de membro inferior
direito. Durante a investigação etiológica foi diagnosticada a
síndrome do anticorpo antifosfolípide com tripla positividade.
A terapia anticoagulante de escolha para seu tratamento crônico é
A terapia anticoagulante de escolha para seu tratamento crônico é
Escolar, 9 anos, sexo feminino, é trazida à Clínica da Família por
apresentar febre há 20 dias. O médico pergunta sobre outros
sinais e sintomas. A mãe refere estranhar que, no momento da
febre, a pele fica toda avermelhada e a filha fica muito prostrada,
melhorando logo a seguir.
Ao exame: emagrecida, com dor, vermelhidão e aumento das articulações de ambos os joelhos e tornozelos. É notada a presença de linfadenomegalia e esplenomegalia. O fator antinuclear é negativo.
Avaliando-se essas informações, a principal hipótese diagnóstica é
Ao exame: emagrecida, com dor, vermelhidão e aumento das articulações de ambos os joelhos e tornozelos. É notada a presença de linfadenomegalia e esplenomegalia. O fator antinuclear é negativo.
Avaliando-se essas informações, a principal hipótese diagnóstica é
Escolar, 7 anos, sexo masculino, é levado ao pronto-socorro por
conta de dor e limitação importante do movimento. Sua mãe
nega trauma, embora seja notado aumento significativo do
joelho direito em relação ao esquerdo. O início do quadro foi há
mais de uma semana, com dor e aumento do volume do punho
direito, já em fase de melhora. Quando perguntada, a mãe
recorda que o paciente apresentou, há uns 20 dias, dor-de-garganta, febre alta e pontos vermelhos na parte interna superior
da boca, que melhoraram após dois dias de antibiótico, não
utilizado pelo tempo total prescrito.
Ao exame: REG. Febril (TAX = 38,5 oC), com face de dor, sem conseguir deambular adequadamente.
Com relação à principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
Ao exame: REG. Febril (TAX = 38,5 oC), com face de dor, sem conseguir deambular adequadamente.
Com relação à principal hipótese diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
Uma menina de 11 anos foi levada pelos pais ao pediatra por
apresentar, há cerca de cinco dias, febre, artrite migratória nos
joelhos e tornozelos e dispneia aos esforços. Quatro semanas
antes, a menor apresentou faringoamigdalite febril, sem
tratamento antibiótico.
Ao exame físico, observava-se frequência cardíaca de 122 bpm, saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente, sopro holossistólico em foco mitral (2+/6+) e artrite no tornozelo esquerdo. O ecocardiograma não evidenciou vegetações.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,6 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 14.800/mm³ (VR: 4.500– 13.500/mm³); proteína C-reativa (PCR): 84 mg/L (VR: <5 mg/L); velocidade de hemossedimentação (VHS): 82 mm/h (VR: <20 mm/h); antiestreptolisina O (ASLO): 1.120 UI/mL (VR: <200 UI/mL); anti-DNase B: elevada. O eletrocardiograma demonstrou prolongamento do intervalo PR, e o ecocardiograma evidenciou insuficiência mitral discreta.
Com base no conhecimento atualmente consolidado sobre a imunopatogênese da febre reumática aguda, o evento imunológico que explica a transição entre a faringite estreptocócica prévia e o desenvolvimento da cardite autoimune é
Ao exame físico, observava-se frequência cardíaca de 122 bpm, saturação periférica de oxigênio de 98% em ar ambiente, sopro holossistólico em foco mitral (2+/6+) e artrite no tornozelo esquerdo. O ecocardiograma não evidenciou vegetações.
Os exames laboratoriais demonstraram: hemoglobina: 11,6 g/dL (VR: 11,5–15,5 g/dL); leucócitos: 14.800/mm³ (VR: 4.500– 13.500/mm³); proteína C-reativa (PCR): 84 mg/L (VR: <5 mg/L); velocidade de hemossedimentação (VHS): 82 mm/h (VR: <20 mm/h); antiestreptolisina O (ASLO): 1.120 UI/mL (VR: <200 UI/mL); anti-DNase B: elevada. O eletrocardiograma demonstrou prolongamento do intervalo PR, e o ecocardiograma evidenciou insuficiência mitral discreta.
Com base no conhecimento atualmente consolidado sobre a imunopatogênese da febre reumática aguda, o evento imunológico que explica a transição entre a faringite estreptocócica prévia e o desenvolvimento da cardite autoimune é