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Homem de 41 anos apresenta sarcoidose pulmonar diagnosticada há 4 anos, confirmada por biópsia transbrônquica demonstrando granulomas não necrosantes, após exclusão de causas infecciosas e ocupacionais. Evoluiu com doença pulmonar progressiva, dispneia aos esforços e redução da capacidade vital forçada, apesar do tratamento com glicocorticoide sistêmico associado a metotrexato. Diante da persistência da atividade da doença, após exclusão de tuberculose latente e outras contraindicações, optou-se pela introdução de infliximabe.
Considerando a imunopatogênese da sarcoidose e o mecanismo molecular do tratamento proposto, assinale a afirmativa correta. 
Um paciente apresenta uma úlcera periférica de córnea com afinamento estromal progressivo (corneal melting) e defeito epitelial. A investigação sugere uma doença autoimune como causa do quadro.
Sobre esse achado, assinale a opção que contém a doença sistêmica que está mais frequentemente associada à ceratite ulcerativa periférica (PUK) e a principal implicação clínica desse achado.
A osteoartrite é importante causa de incapacidade funcional em pessoas com mais de 65 anos e leva à perda da qualidade de vida. Entre os fatores de risco de quadro clínico da osteoartrite, destacam-se:  
Mulher de 42 anos com artrite reumatoide soropositiva mantém atividade moderada após seis meses de metotrexato 25 mg por semana, ácido fólico e boa adesão. Após decisão compartilhada, está programado o início de um inibidor de TNF. O teste para tuberculose latente é positivo, sem sinais clínicos ou radiológicos de tuberculose ativa. A sorologia mostra HBsAg negativo, antiHBc total positivo e anti-HBs positivo, com HBV DNA indetectável, caracterizando infecção passada. As vacinas inativadas estão incompletas, incluindo a vacina recombinante contra herpes zóster.

Antes de iniciar o inibidor de TNF, a conduta mais apropriada é
Mulher de 61 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide há 18 meses, apresenta poliartrite simétrica de pequenas articulações, fator reumatoide e anticorpos antipeptídeos citrulinados positivos em altos títulos e erosões marginais em metacarpofalângicas. Encontra-se em tratamento com metotrexato 25 mg/semana por via subcutânea, associado a ácido fólico, há 6 meses, com boa adesão e tolerabilidade.
Apesar da terapêutica, mantém 8 articulações dolorosas, 6 edemaciadas, proteína C reativa de 18 mg/L e DAS28 PCR (Disease Activity Score 28 + Proteína C reativa) compatível com alta atividade da doença. Apresenta hipertensão arterial controlada, dislipidemia em tratamento e antecedente de tabagismo de 35 anos maço, tendo interrompido o tabagismo há 3 anos. Não possui história de neoplasia, tromboembolismo venoso ou insuficiência cardíaca. Pesquisa para tuberculose latente e sorologias para hepatites B e C são negativas.
A paciente questiona especificamente sobre o uso de upadacitinibe, após ter lido que os inibidores JAK apresentam início rápido de ação e elevada eficácia no controle da artrite reumatoide.

Considerando a estratégia tratar o alvo (treat to target), as recomendações contemporâneas da EULAR (European Alliance of Associations for Rheumatology) e as evidências recentes relativas à segurança dos inibidores de JAK, a conduta terapêutica mais apropriada é