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Uma paciente de 28 anos, nuligesta, portadora de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) com presença de anticorpos antifosfolípides positivos e história pregressa de trombose venosa profunda, deseja iniciar um método contraceptivo. Ela não apresenta atividade de doença lúpica no momento. Segundo os Critérios de Elegibilidade Médica da Organização Mundial da Saúde (OMS), a escolha do método contraceptivo deve considerar o risco trombótico e a doença de base. A opção contraceptiva mais adequada, classificada como Categoria 1 ou 2 para esta paciente, é: 
Paciente feminina, 64 anos, com diagnóstico de artrite reumatoide soropositiva há 30 anos. Submeteu-se a diferentes tratamentos e evoluiu com deformidades articulares. Pela persistência dos sintomas, iniciou imunobiológico anti-TNF alfa, adalimumabe 40 mg a cada 2 semanas, metotrexato 10 mg a cada semana e prednisolona 7,5 mg diariamente; com resposta favorável e apresentando atividade baixa da doença. Apresentou escape, artrite aguda em joelho esquerdo, calafrios e temperatura axilar de 36,8 ºC.
Qual deve ser a conduta frente ao caso? 
Uma paciente de 45 anos tem diagnóstico de esclerose sistêmica, com acometimento pulmonar intersticial, e fenômeno de Raynaud acentuado. Encontra-se em tratamento imunossupressor com ciclofosfamida intravenoso. Tem apresentado úlceras em polpas digitais que não respondem ao tratamento com bloqueador de canal de cálcio.
Assinale a alternativa cuja opção terapêutica tem possibilidades de eficácia.
Mulher de 30 anos, com artrite psoriática, depressão grave e ansiedade, apresenta inchaço no joelho esquerdo e tornozelo direito. A articulação do joelho foi aspirada e apresenta líquido inflamatório. Até o momento, ela tem sido tratada exclusivamente com anti-inflamatório não hormonal. Sua doença de pele é leve.
Nesse contexto, o tratamento correto da paciente consiste em
Mulher de 25 anos apresenta lúpus ativo, manifestado por erupção cutânea fotossensível, derrame pericárdico moderado, vasculite cutânea de pequenos vasos nas palmas das mãos e febre baixa. Ela tem se queixado mais recentemente de diarreia aquosa há um mês. O exame físico é notável por erupção macular eritematosa em todo o rosto e na parte anterior do tórax; há pequenas lesões vasculíticas nas palmas das mãos; sons cardíacos hipofonéticos; a paciente também parece ter edema difuso dos tecidos moles, abdome distendido, sem dor, com macicez móvel. Os exames são negativos para infecções. O anticorpo antinúcleo é positivo 1:1280; albumina sérica: 1,5 g/dL; complementos C3 e C4 baixos. Análise da urina e testes de função hepática são normais.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o resultado que, mais provavelmente, a paciente apresenta: