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Homem de 55 anos, com diagnóstico de granulomatose com poliangiite em tratamento imunossupressor de manutenção, é atendido com o relato de “falta de ar” crescente aos mínimos esforços há três dias. A vasculite foi diagnosticada há dois anos, quando ele apresentou envolvimento leve dos seios da face e pulmões e envolvimento renal grave. Ele tem se mantido estável até o momento, sem recidivas. Além da falta de ar, ele não relata nenhum outro sintoma. Ao exame físico, apresenta: frequência cardíaca: 105 bpm; pressão arterial: 129 x 72 mmHg; frequência respiratória: 24 ipm; oximetria de pulso: 88% em ar ambiente; ausculta pulmonar normal. Urina: sangue e proteínas negativas. Exames séricos: hemoglobina: 15,1 g/dL; creatinina: 1,1 mg/dL; PCR: 9 mg/L (normal < 10); anticorpos antiproteinase-3: 8 U/mL (normal < 10). Radiografia de tórax: campos pulmonares normais. Eletrocardiograma: taquicardia sinusal.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame com maior probabilidade de confirmar o diagnóstico é 
Mulher de 63 anos, com histórico de quarenta anos de artrite reumatoide soropositiva, está programada para se submeter a uma artroplastia do quadril esquerdo. O tratamento atual consiste em metotrexato oral (20 mg/semana) e adalimumabe (40 mg, a cada duas semanas). Não há outros problemas médicos, e ela se sente bem.
Qual é o próximo exame mais importante na avaliação pré-operatória?
Mulher de 40 anos procura a unidade de saúde com piora da falta de ar ao esforço, fadiga e púrpuras em braços e pernas. Ela foi diagnosticada com asma na infância e relata ter rinossinusite crônica. Ao exame físico: tórax: ausculta-se sibilância leve difusamente; há erupção purpúrica predominantemente nas extremidades inferiores. Exames séricos: contagem de eosinófilos: 1.140/mm3 ; IgE elevada. Tomografia de tórax: observam-se consolidações e opacidades em vidro fosco com distribuição lobular. A histologia de uma biópsia da pele revela vasculite, necrose fibrinoide e inflamação granulomatosa extravascular rica em eosinófilos.
Considerando a principal hipótese diagnóstica para o caso, é correto afirmar que
Mulher de 75 anos apresenta queixa de dor interfalangiana distal (IFD) nos dedos indicadores de ambas as mãos há 6 meses; ela nota algum inchaço e calor e esses sintomas parecem estar piorando constantemente. Refere rigidez nessas articulações, por cerca de 45 minutos, todas as manhãs, e então elas doem quando ela as flexiona. O histórico pessoal ou familiar de psoríase, espondilite anquilosante ou doença inflamatória intestinal é negativo. O exame físico mostra uma mulher saudável com edema, calor e leve eritema nas IFD dos dedos indicadores bilateralmente; há perda de espaço articular, restrição da amplitude de movimento e um leve desvio lateral da falange distal bilateralmente.
Segundo o exposto, qual achado radiográfico é fortemente associado à doença de base dessa paciente?
 Homem de 27 anos com histórico de úlceras orais e genitais recorrentes é levado ao pronto-socorro com quadro agudo de hemoptise. Nas últimas 24 horas, refere que tem tossido com sangue. Ele relata também uveíte recorrente, tratada com esteroides intermitentes, e dor crônica nos joelhos, punhos e mãos. O paciente nega uso prévio de terapia imunomoduladora crônica.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, os exames complementares, provavelmente, devem revelar