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Uma menina de 11 anos com ESJ é submetida a avaliação de rotina conforme consenso de especialistas. O intervalo recomendado para repetição das provas de função respiratória com DLCO, ecocardiograma, pro-BNP e teste de caminhada de 6 minutos, nesse caso, é: 
Uma menina de 8 anos é encaminhada ao reumatologista pediátrico por queixas de dores em joelhos e tornozelos há 6 meses, sem sinais flogísticos articulares. Ao exame físico, apresenta hiperextensão passiva dos cotovelos de 12° bilateralmente, hiperextensão passiva dos joelhos de 15° bilateralmente, consegue apoiar as palmas das mãos no chão com os joelhos estendidos e posiciona o polegar na superfície flexora do antebraço bilateralmente. Exames laboratoriais sem alterações inflamatórias. Acerca do caso, o escore de Beighton dessa paciente é:
Um menino de 11 anos, sem antecedentes de febre reumática, apresenta faringoamigdalite com teste rápido positivo para estreptococo do grupo A. A mãe relata alergia confirmada à penicilina, sem história de anafilaxia. O reumatologista pediátrico opta por iniciar a erradicação do agente etiológico. Nesse contexto, o esquema de profilaxia primária adequado para esse paciente é: 
Uma adolescente de 14 anos apresenta quadro articular com padrão aditivo e persistente, iniciado 10 dias após faringoamigdalite tratada, com pouca melhora após uso de naproxeno por 5 dias. A ASLO encontra-se elevada. Não há evidência de sopro cardíaco. Conforme as características clínicas e a epidemiologia brasileira, assinale a conduta CORRETA:
Um reumatologista pediátrico avalia uma menina de 9 anos com movimentos involuntários em extremidades e face há 2 semanas, associados a irritabilidade e labilidade emocional que precederam o quadro motor. A ASLO encontra-se dentro dos valores de referência. Considerando o diagnóstico provável e as particularidades dessa manifestação, a conduta CORRETA deve ser: