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Um reumatologista pediátrico investiga uma criança de 2 anos com febre periódica há 14 meses, associada a rash urticariforme recorrente refratário ao tratamento de dermatite atópica. A biópsia cutânea evidencia dermatite neutrofílica. O médico suspeita de criopirinopatia e solicita painel genético para NLRP3. Enquanto aguarda o resultado genético, planeja a estratégia terapêutica considerando o bloqueio da via inflamatória central nessa doença. As três classes de imunobiológico disponíveis para bloqueio dessa via nas Síndromes Periódicas Associadas à Criopirina (CAPS) são:
Uma menina de 10 anos é acompanhada por Esclerose Sistêmica Juvenil (ESJ) cutânea difusa há 2 anos, com anti-Scl-70 positivo. Apresenta tosse seca progressiva há 3 meses. A tomografia computadorizada de alta resolução evidencia padrão em vidro fosco bilateral. Dessa forma, assinale a conduta farmacológica de primeira linha para o acometimento pulmonar intersticial: 
Menina de 7 anos com diagnóstico de espondiloartrite juvenil apresenta monoartrite de joelho esquerdo refratária a AINEs. Os pais relatam que a criança está com redução do ganho de peso nos últimos 6 meses e queda na curva de crescimento. Exame oftalmológico de rotina é normal. Acerca do caso, a investigação complementar CORRETA diante da alteração pôndero-estatural descrita é:
Menino de 8 anos com diagnóstico de artrite relacionada à entesite há 6 meses é trazido à consulta para avaliação de rotina. Ao exame físico, o reumatologista pediátrico deve buscar ativamente sinais de entesite. Considerando os sítios de acometimento mais prevalentes na espondiloartrite juvenil, assinale CORRETAMENTE os locais que devem ser inicialmente palpados durante o exame semiológico:
Uma adolescente de 14 anos com AIJ oligoarticular, FAN positivo, desenvolve uveíte anterior crônica que não responde ao metotrexato após período adequado de tratamento. Nesse caso, a conduta terapêutica CORRETA para o controle da uveíte deve ser: