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Sueli, 57 anos, encontra-se internada devido a um câncer de mama metastático diagnosticado há 10 anos. A paciente já passou por vários procedimentos ao longo desse tempo, como mastectomia bilateral, quimioterapia e radioterapia. Desde então, já teve boas fases nas quais pôde ter expectativas melhores e vivenciar bons momentos ao lado de seu marido e de seus dois filhos, de 19 e 21 anos. Na atual internação a paciente e sua família percebem a morte como próxima e inevitável, iniciando-se assim um processo de despedida e vivência de luto.

De acordo com as referências técnicas para atuação de psicólogas(os) nos serviços hospitalares do SUS, elaboradas pelo Conselho Federal de Psicologia (2019), no momento de iminência de morte, a(o) psicóloga(o) 
No contexto do manejo em Saúde Mental e Apoio Psicossocial (SMAPS) durante a pandemia de COVID-19, o documento orientador estabelece diretrizes para que o profissional de Psicologia diferencie reações emocionais comuns e esperadas em situações de crise daquelas que configuram indicadores de risco clínico. Diante do estresse agudo e do isolamento prolongado, o sofrimento humano pode se manifestar de formas diversas, exigindo do psicólogo um diagnóstico diferencial preciso para balizar suas ações de estabilização emergencial ou encaminhamento especializado. Considerando os critérios de estratificação de risco e as recomendações de manejo técnico apresentadas no texto, a conduta que caracteriza a oferta correta dos chamados "primeiros cuidados psicológicos" na fase aguda da crise consiste em:
Após um acidente de trabalho com vítima fatal em uma autarquia municipal, a equipe de saúde do trabalhador aciona a psicóloga para atender colegas do servidor falecido, que apresentam desorganização emocional aguda diante da perda do colega. Considerando os parâmetros técnicos que orientam esse tipo de atendimento, assinale a alternativa correta. 
Uma criança de 9 anos é internada devido à progressão de uma doença oncológica sem possibilidade de cura modificadora. A equipe médica comunica à família a transição para cuidados paliativos, enfatizando controle de sintomas e qualidade de vida. A mãe insiste que a criança “não pode saber de nada”, evita qualquer conversa sobre piora clínica e pede à equipe que continue prometendo melhora completa. O pai, por outro lado, demonstra sofrimento intenso e refere não saber “como falar sobre isso” com a filha. A criança pergunta repetidamente por que os exames continuam e se “vai melhorar logo”.

Nessas circunstâncias, a conduta adequada em termos psicológicos, em relação à orientação familiar, é