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Analise as assertivas abaixo:

I. As crianças expressam seus sentimentos de dor e luto de forma diferente do adulto. Uma maneira de ajudar a criança a elaborar esse momento é incluí-las nos rituais, como funerais, missas ou celebrações, de acordo com seu nível de conforto.
II. A perda perinatal é igual às outras, porque ainda não existe um relacionamento estável entre o ser que morreu e a família, sendo a criança considerada parte da identidade dos pais.
III. Nossa sociedade silencia os sentimentos das pessoas que passam por um aborto, seja ele provocado ou não. Isso acaba gerando sofrimento e pode levar a não vivenciar o processo do luto.

Está CORRETO o que se afirma em 
Na música “Gostava tanto de você” de Édson Trindade e cantada pelo Tim Maia a temática do luto pela perda de um filho está presente. 

Eu corro fujo desta sombra Em sonhos vejo este passado E na parede do meu quarto Ainda está o seu retrato Quero ver pra não lembrar Pensei até em me mudar Lugar qualquer que não exista O pensamento em você

Em relação ao luto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Ao tratar da família do paciente, no capítulo IX da obra “Sobre a morte e o morrer”, de Elizabeth KublerRoss (1992), a autora destaca as mudanças no lar e efeitos sobre a família. Com base nessa reflexão, analise as seguintes assertivas:

I. No período da doença, os familiares desempenham papel preponderante, embora suas reações pouco interfiram na reação do paciente.
II. Se entram em jogo visitas ao hospital, é necessário providenciar condução e alguém que tome conta das crianças na sua ausência.
III. Aos transtornos e preocupações com o marido, acrescidos da responsabilidade e do trabalho, vêm se juntar uma solidão maior e, com frequência, um ressentimento.
IV. Devemos exigir a presença constante de qualquer um dos membros da família.

Estão incorretas 
Trata-se do estágio menos conhecido, segundo Kubler-Ross (1992), na obra “Sobre a Morte e o Morrer’. Sobre esse estágio, a referida autora complementa: “se no outro estágio não conseguimos enfrentar os tristes acontecimentos e nos revoltamos contra Deus e as pessoas, talvez possamos ser bem-sucedidos nesta fase, entrando em algum tipo de acordo que adie o desfecho inevitável”. Estamos falando do Estágio
Na obra “Sobre a Morte e o Morrer”, de Elisabeth Kubler-Ross (1992), em se tratando dos estágios diante da morte e do morrer, a autora reflete sobre as nossas reações de trabalho que se refletem no comportamento dos pacientes. Em seguida, ela afirma que “estarmos propensos a olhar honestamente dentro de nós mesmos é uma contribuição para nosso crescimento e amadurecimento. Para tanto, não recomendo nenhum outro trabalho senão o de lidar com pacientes idosos, muito doentes ou às vésperas da morte”. As reflexões acima tratam do Estágio