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“A desaceleração da economia da China terá consequências negativas na economia mundial em 2016, especialmente nos países emergentes, afirmou a agência de classificação Moody's. O enfraquecimento mais pronunciado do que o antecipado da economia chinesa é atualmente um dos maiores riscos para a economia global, avaliou a agência no documento. O mundo olha atento para a desaceleração do ritmo de crescimento econômico da China, que pode afetar as economias de diversos países, inclusive o Brasil.”

(Disponível em: http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2016/05/19/desaceleracao-da-china-mais-aos-paises-emergentes-avalia moodys.htm.)

Apesar dessa crise, a China continua sendo a segunda maior economia do mundo. Esse crescimento acelerado teve início principalmente a partir

“Os países do G20 se reúnem neste fim de semana na China em um contexto de crescimento fraco, embora seja pouco provável que tomem grandes decisões para reativar a economia mundial, em uma cúpula marcada por interesses divergentes e conflitos geopolíticos.”

(Disponível em: http://istoe.com.br/g20-se-reune-na-china-com-pouca-margem-para-reativar-economia-mundial/. Acesso em 01/09/16.)


A China, neste ano, preside o fórum dos 20 países mais ricos do mundo, reunindo a cúpula de chefes de Estado e de governo em 4 e 5 de setembro na cidade de Hangzhou. Dentre os principais propósitos desse encontro está:

Carne, cerveja e pãozinho ficarão mais caros com a guerra Rússia x Ucrânia
A guerra entre Rússia e Ucrânia ameaça diretamente o bolso (e a alegria) dos brasileiros. O aumento do preço de commodities usadas em larga escala, como petróleo e trigo, deve impactar os preços de produtos que os brasileiros adoram, como a carne, a cerveja e o pãozinho. “Petróleo, gás natural, fertilizante e trigo foram os primeiros a serem impactados. Só que esses quatro produtos acabam afetando uma vasta cadeia. A alta atinge fertilizantes, o que impacta soja, milho, ração e proteína animal (principalmente porcos, leite e ovos)”, disse Roberto Dumas, professor do Insper e especialista em economia internacional. [...]
Talvez o maior impacto do conflito seja no preço do petróleo, que disparou e chegou a ser cotado a cerca de US$ 140 o barril, o que encareceu os combustíveis no Brasil. A alta deve encarecer não só os produtos em geral, que dependem do transporte rodoviário, mas também as viagens de fim de semana dos brasileiros [...]
Disponível em: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/03/25/como-a-guerra-deve-afetar-o-bolso-dosbrasileiros.htm. Acesso em: 10 mai.2022.
Assinale a alternativa que apresenta a explicação para o aumento dos preços de produtos na economia brasileira.
Leia com atenção o extrato de notícia a seguir publicado no site G1 em 12/12/2016:
“A demissão de mais de 3,2 mil trabalhadores do Estaleiro Rio Grande (ERG), de propriedade da Ecovix, deve afetar, além das famílias dos demitidos, a economia da cidade de Rio Grande, no Sul do Rio Grande do Sul (...) O anúncio das demissões foi feito nesta segunda-feira (12) durante assembléia em frente ao portão da empresa, dias depois do casco da plataforma P-68 ter sido encaminhado para o Espírito Santo, onde será finalizado. (...) Em 2013, os estaleiros do porto de Rio Grande tinham 24 mil trabalhadores. Com as demissões anunciadas nesta segunda, cerca de 2 mil ainda seguem empregados. (...) Novos hotéis surgiram, mas a ocupação não chega a 50% dos leitos. Com menos hóspedes, a construção de seis novos empreendimentos hoteleiros foi cancelada. O mesmo cenário é percebido em outros setores, como comércio, alimentação e transporte.” (Disponível em: http://g1 .globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2016/12/novas-demissoes-em-estaleiro-de-rio-grande-deve-afetar-economialocal.html Acesso em 09/02/2017).

Considerando o apresentado na notícia, analise as afirmações abaixo.

I - A quantidade de trabalhadores demitidos desde 2013 representa mais de 90% dos trabalhadores dos estaleiros de Rio Grande. II - As demissões anunciadas refletem o descaso do governo federal para com a região sul notadamente na última década. III-Além da área da construção naval, o setor primário da região está sendo o setor mais atingido pela situação descrita.

Das afirmações acima, qual(is) está(ão) correta(s)?



A respeito das perspectivas da indústria brasileira frente aos desafios globais da atualidade, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) A segmentação da produção industrial em cadeias de valor disseminadas por vários países era vista como um benefício do processo de globalização, mas, depois da pandemia, ficou evidente que, também, poderia ser um fator de risco.
( ) O comércio internacional encontra-se marcado por uma maior intervenção por parte dos Estados, preocupados em garantir sua segurança em áreas fundamentais como saúde e alimentação, por exemplo.
( ) A agenda de sustentabilidade representa um limitador para o Brasil se projetar externamente, pois o país possui uma pegada de carbono menor do que a de seus concorrentes industrializados.

As afirmativas são, respectivamente,