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Paciente, 72 anos, com insuficiência cardíaca, apresenta quadro de edema agudo de pulmão com insuficiência respiratória. Sudoreico, FR 32 ipm, PA 170 x 100 mmHg, e estertores crepitantes difusos até os ápices bilateralmente. Usando máscara de O2 a 10L/min, apresenta os seguintes resultados na gasometria arterial: pH: 7,32; PaCO2: 48 mmHg; PaO2: 54 mmHg. Para ofertar o maior benefício fisiopatológico na redução de pré e de pós-carga cardíaca, e também melhorar a complacência pulmonar, a seguinte modalidade de ventilação não invasiva (VNI) deve ser escolhida:
Síndrome clínica que possui origem em causas variadas resultando em acúmulo de líquido intersticial, hipoxemia, redução de complacência pulmonar, aumento de trabalho respiratório e anormalidades na ventilação-perfusão. Manifesta-se com início de taquipneia, taquicardia e estertores em bases pulmonares, tosse com expectoração rósea e radiografia torácica com infiltrado pulmonar bilateral difuso. Trata-se de
Leia o caso clínico a seguir.

Um paciente de 60 anos, em fase de recuperação de IAM, apresentou quadro súbito de dispneia. Ao exame, foram observadas congestão pulmonar e PA 80x50 mmHg. O eco revelou insuficiência mitral aguda por rotura de cordoalha. O paciente foi encaminhado para a UTI e chamada a equipe cirúrgica.

Para estabilização do paciente, foi implantado balão intraaórtico de contrapulsação e iniciada terapia medicamentosa constituída de: 
Com base na classificação do afogamento por grau de dificuldade, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao grau que se tem edema agudo de pulmão sem hipotensão.
Homem, 45 anos, procura o pronto-socorro com início súbito de dispneia enquanto levantava peso na academia. Relata sopro cardíaco de longa data, mas era saudável e não usava medicações.
Exame físico:
Em insuficiência respiratória aguda; PA: 92/74 mmHg em ambos os braços; FC: 122 bpm, regular; SpO2 : 84% em ar ambiente.
Exame cardíaco: precórdio hiperdinâmico, presença de B3, sopro sistólico em decrescendo 1+/6 no ápice. Pulmões: estertores difusos. Extremidades frias.
ECG: taquicardia sinusal, sem outras alterações.
Ecocardiograma transtorácico (TTE): janelas ruins; câmaras normais, FEVE 78%, regurgitação mitral/tricúspide leve, VCI normal, integral velocidade-tempo no trato de saída do ventrículo esquerdo (VTI-TSVE) apenas 10 cm (sugere baixo débito).
Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação desse paciente?