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Paciente com edema agudo de pulmão cardiogênico
grave é admitido no pronto-socorro. Considerando o uso
de CPAP versus ventilação não invasiva em dois níveis
de pressão (BIPAP), qual benefício específico do CPAP
isolado é sustentado por maior evidência em estudos
randomizados?
Mulher, 50 anos de idade, realiza ressecção histerocópica de
leiomioma uterino. Foram utilizados 4.500 mL de glicina. O
procedimento foi realizado de maneira apropriada com
adequada hemostasia ao final da cirurgia. No pós-operatório
imediato, a paciente apresenta edema generalizado,
crepitações pulmonares bilaterais e sonolência leve. Exames
laboratoriais: albumina sérica: 2,5 g/dL; sódio: 128 mEq/L.
Assinale a alternativa que apresenta a principal causa da
hipoproteinemia na paciente descrita.
Concurso:
Hospital Sírio Libanês
Disciplina:
Medicina
Mulher de 68 anos de idade evolui com com quadro de
dispneia de início agudo, ortopneia e tosse com expectoração de aspecto espumoso e róseo. Ao exame físico: a
paciente encontra-se agitada, sudorética, cianótica e com
uso evidente de musculatura acessória; frequência respiratória: 36 irpm; SatO2
em ar ambiente: 85%; pressão arterial:
232 x 131 mmHg em ambos os membros superiores; frequência cardíaca: 118 bpm; ausculta pulmonar: estertores
crepitantes difusos até os ápices bilateralmente; cardíaco:
ritmo de galope pela presença de terceira bulha (B3). Eletrocardiograma: taquicardia sinusal e sinais de sobrecarga ventricular esquerda, sem sinais de isquemia.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar:
Concurso:
Prefeitura de Jardinópolis - SP
Disciplina:
Medicina
Homem de 66 anos, tabagista e hipertenso, foi internado por infarto inferior há 4 dias, tratado inicialmente de forma conservadora por chegada tardia. Evoluía estável até apresentar dispneia súbita, sudorese, hipotensão e hipoxemia. Ao exame: PA: 82/54 mmHg, FC: 118 bpm, estertores difusos, extremidades frias e novo sopro sistólico apical, pouco audível, com irradiação posterior.
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
Leia o caso e analise a imagem a seguir.
Paciente do sexo masculino,68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:
Qual é o tratamento indicado neste momento?
Paciente do sexo masculino,68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:
Qual é o tratamento indicado neste momento?